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O cabedal na joalharia: cordão, trançado e cuidado

O cabedal na joalharia: cordão, trançado e cuidado

Um cordão de cabedal transforma um pendente de prata simples em algo masculino e desportivo em cinco segundos. Só que o cabedal é justamente aquilo que primeiro se gasta: o metal sobrevive-te, e a correia, mal tratada, endurece, parte-se e mancha o pulso numa única temporada de calor. Da forma como tratas o cordão depende que a peça dure um ano ou dez.

O cabedal na joalharia não se comporta como o metal nem como a pedra. É um material vivo, poroso, que respira, absorve água e suor, estica e escurece com o uso. Aí está o seu encanto e o seu ponto fraco. O encanto: uma pulseira de cabedal molda-se ao pulso ao longo dos anos e ganha um desgaste nobre impossível de fingir. A fraqueza: essa mesma porosidade torna-a vulnerável à água, ao sal e ao atrito. Este artigo explica como funciona o cabedal nas joias, como distinguir o autêntico da imitação, que trançados existem e como cuidar dele para que o cordão não acabe feito pó.

O cabedal como material na joalharia

O cabedal chegou à joalharia por duas vias ao mesmo tempo: do ofício dos correeiros, que durante séculos trançaram rédeas e arreios, e das tradições étnicas, onde a correia de cabedal era a base mais acessível para um amuleto. Hoje o cabedal aparece nas joias em quatro papéis, e cada um tem as suas regras de uso.

Cordão de cabedal para pendente

Antigo cordão de cabedal da cultura alana, base para um pendente
Cordão de cabedal da cultura alana, séculos VII-IX. Uma simples tira de cabedal serviu durante séculos de base para pendentes e amuletos muito antes das correntes de metal. The Metropolitan Museum of Art, Open Access (CC0 1.0)Leather cord, ca. 7th-9th century CE. The Metropolitan Museum of Art, Open Access (CC0 1.0)

O cordão é o uso mais comum do cabedal. Uma correia redonda ou plana de um a três milímetros de diâmetro substitui a corrente metálica e sustenta um pendente, uma moeda, um dente, um anel ou um berloque de prata. O cordão fino resulta delicado e combina com um símbolo pequeno; o grosso aguenta um pendente grande e lê-se como um acessório masculino. A sua maior virtude é ser macio e não arrefecer o pescoço como o metal. O seu maior risco é que a tira estreita se gasta justamente no ponto onde pende uma peça pesada, e é aí que se parte primeiro.

Correia e pulseira de cabedal

A correia plana e larga é a base da pulseira. Pode ser lisa e sóbria, com um único rebite, ou cosida com detalhe, com repuxado, perfurações e incrustações metálicas. A largura vai de cinco milímetros a dois ou três centímetros. A correia larga assenta no pulso como uma bracelete e fica bem numa mão grande e masculina. A estreita usa-se empilhada de várias em várias. A correia gasta-se na dobra do pulso, onde o cabedal se dobra sem parar de um lado para o outro.

Pulseira trançada de cabedal

Quando várias tiras finas de cabedal se entrelaçam em trança ou num desenho complexo, surge a pulseira trançada. O trançado dá volume, textura e resistência: a carga reparte-se por vários fios e, se um se gasta, a peça não se desfaz de repente. As pulseiras trançadas são todo um mundo com as suas próprias escolas, desde a trança simples de três tiras até ao nó celta de várias fileiras. Mais abaixo há uma secção inteira dedicada aos tipos de trançado.

O cabedal como base de pendente e como envolvimento

Estojo-amuleto de cabedal com longas correias de cabedal
Estojo-amuleto de cabedal com correias, século XIX. Aqui o cabedal sustenta tudo: o corpo e a fixação ao corpo, sem um único grama de metal. The Metropolitan Museum of Art, Open Access (CC0 1.0)Phylactery (tefillin), probably 19th century. The Metropolitan Museum of Art, Open Access (CC0 1.0)

Às vezes o cabedal não sustenta a joia, mas torna-se ele próprio joia. Com cabedal envolve-se um cabochão de pedra, criando um engaste étnico e selvagem sem um único grama de metal. Do cabedal recortam-se pendentes-medalhão planos com desenhos pirogravados. Com um fio fino de cabedal forra-se um punho, a base de uma gargantilha ou a armação de um colar grande. Nestes casos o cabedal carrega toda a estética, e a qualidade do curtimento vê-se logo: um cabedal barato, de espessura irregular e corte esponjoso, fica logo a descoberto nesse papel.

Brinco de cabedal e joia de peito

Menos habitual, mas existe: o cabedal como material de um brinco. Um pendente de cabedal leve não puxa o lóbulo como o metal e mantém formas vazadas complexas cortadas a laser. Em estéticas étnicas e de festival fazem-se de cabedal joias de peito inteiras, golas trançadas e longas franjas. A leveza é o grande trunfo do cabedal nas peças grandes: uma joia do tamanho de uma mão quase não pesa, enquanto esse mesmo volume em metal seria impossível de usar.

Cabedal, borracha ou têxtil: o que usar?
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Com que frequência toca água e suor?

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Tipos de cabedal na joalharia

A palavra «cabedal» esconde uma dezena de materiais distintos com curtimentos, resistências e comportamentos diferentes. Do tipo depende como fica a pulseira, quanto dura e se teme a água mais do que o normal.

Cabedal natural liso

O clássico: superfície uniforme e brilhante com o desenho natural dos poros. Costuma ser pele de vitela, de boi ou de cabra, com curtimento ao crómio ou vegetal. O cabedal liso é resistente, mantém a forma e envelhece bem, cobrindo-se de um brilho suave com o uso. O curtimento vegetal dá um cabedal claro e firme que escurece com o sol e com as mãos, ganhando um tom âmbar profundo. O curtimento ao crómio é mais macio e resiste à água desde o início, mas quase não apanha pátina.

Camurça

A camurça é cabedal trabalhado pela face interna, a do carnaz, o que a deixa aveludada e mate. O cordão de camurça é macio, quente ao toque e tem um ar acolhedor e boémio. O preço desse veludo é que a superfície afelpada absorve com avidez a água, o pó e a gordura, suja-se depressa nas dobras e quase não se deixa limpar. A camurça na joalharia é um material para um uso seco e cuidadoso, não para uma pulseira de todos os dias por baixo da manga da camisa.

Nobuck

O nobuck parece-se com a camurça, mas faz-se de outra maneira: lixa-se a face externa da pele, não a interna, obtendo-se um pelo curto e denso. O nobuck é mais resistente do que a camurça, e o seu toque aveludado é mais fino e nobre. Teme a água quase da mesma forma: uma gota deixa uma mancha escura difícil de tirar depois. Na joalharia o nobuck aparece menos, sobretudo em correias de autor.

Cabedal trançado

Trançado não é um tipo de curtimento, mas cabedal já cortado em tiras e entrelaçado em cordão ou fita. Costuma trançar-se a partir de cabedal liso. O cordão trançado redondo é uniforme, volumoso e resistente; quase não se torce e segura bem o fecho. É o cavalo de batalha das pulseiras e dos cordões de cabedal para pendentes grandes.

Cabedal encerado e cordão encerado

O cabedal encerado impregna-se de cera, o que o escurece, o endurece um pouco e o torna bastante mais resistente à água. A gota escorrega em vez de ser absorvida. O cordão encerado mantém o nó, não se desfia no corte e aguenta a chuva melhor do que o normal. Aqui convém separar dois conceitos. O cabedal natural encerado continua a ser cabedal, apenas protegido com cera. Já o cordão encerado que muitas vezes se vende não é de cabedal, mas de algodão ou poliéster impregnado em cera a imitar o cabedal. É uma alternativa vegana muito popular, e dela se fala à parte mais abaixo.

Cabedal ecológico e imitações

Sob os nomes de cabedal ecológico, cabedal sintético ou napa sintética esconde-se um polímero (quase sempre poliuretano) com relevo que imita a textura natural, aplicado sobre uma base têxtil. As vantagens são evidentes: mais barato, de cor uniforme, sem dilemas éticos, não teme um contacto breve com a água. Os inconvenientes surgem com o tempo: o revestimento de poliuretano estala pelas dobras, solta-se em tiras e envelhece mal, ao contrário do cabedal natural, que envelhece com nobreza. Um bom cabedal ecológico pode resultar convincente um ou dois anos, mas a durabilidade do curtimento autêntico fica-lhe longe.

O cabedal e a água não se falam. Entra no duche com a pulseira posta e vais cheirar a cão molhado toda a tarde.
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Como usar as joias de cabedal

Depois de anos em rodagens passei o cabedal por dezenas de looks, do cordão rotundo sobre o pulso nu ao fio fino escondido debaixo da camisa. Reúno aqui o que de facto funciona, por ocasião e por textura.

Com que uso uma pulseira de cabedal no dia a dia? Para o dia a dia recomendo uma pulseira trançada ou lisa de espessura média com calças de ganga, T-shirt e calçado tosco. Aqui o cabedal lê-se como parte do estilo de rua, não como uma joia, e não discute com um guarda-roupa informal. Um top claro realça o cabedal cor de mel; um escuro transforma a pulseira preta num acento gráfico.

Tem lugar o cabedal no escritório? Tem, se mantiveres a sobriedade. Aconselho um cordão fino e liso ou uma pulseira estreita que se meta por baixo do punho da camisa e mal se veja ao mexeres-te. Nada de trançados grossos nem de contas: sob um código de vestuário rigoroso o cabedal funciona como um detalhe discreto, não como um golpe chamativo.

Como monto um look de noite ou de férias? Para uma noite descontraída ou um look de praia escolho o cabedal no seu terreno: a pulseira de voltas com contas, o macramé, uma pilha de pulseiras com pedras. O look boho constrói-se por camadas, por isso combino as pulseiras de cabedal com fios têxteis e contas de madeira. Quanto mais natural e tosca a textura, melhor.

Quantas pulseiras de cabedal uso ao mesmo tempo? Depende do objetivo. Uma pulseira ou um cordão como acento ganha sempre num look sóbrio. Para o étnico e o boho, ao contrário: aconselho uma pilha de três ou quatro, finas de cabedal, de tecido e com contas misturadas. Uma regra mantém-se: ou uma linha limpa ou uma pilha honesta, nunca duas pulseiras onde a segunda pareça esquecida.

Como combino o cabedal com o metal e a cor da roupa? Aqui funciona uma harmonia simples. O cabedal claro e cor de mel combino-o com metais quentes: latão, bronze, ouro amarelo. O preto e o castanho-escuro escolho-os com o brilho frio da prata e do aço, assim o contraste lê-se firme e gráfico. Em caso de dúvida, cabedal preto com prata é um par seguro para quase tudo.

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Como distinguir o cabedal natural do artificial

É a pergunta mais frequente, e teme-se sem motivo: o cabedal natural denuncia-se por vários traços ao mesmo tempo que a imitação não reproduz por completo. Convém verificar pelo conjunto, não por um só ponto.

O corte e a orla

A prova mais sincera. No cabedal natural o corte é esponjoso, fibroso, como o de um feltro denso, sem um limite claro entre camadas. No cabedal ecológico, o corte mostra um bolo de camadas: em cima uma película de polímero, por baixo uma base têxtil ou de espuma, e uma orla nítida entre ambas. Se a aresta da peça está cuidadosamente pintada e selada de modo que não se vê o corte, desconfia: o cabedal autêntico deixa-se muitas vezes com uma orla honesta e aberta.

O cheiro

O cabedal natural cheira a cabedal: àquele cheiro quente, ligeiramente adocicado e animal da pele curtida. A imitação não cheira a nada ou cheira a química, a plástico, às vezes com um perfume «a cabedal» acrescentado de propósito que se denuncia pela sua aspereza. O cheiro quase nunca mente.

Os poros e o desenho

No cabedal natural o desenho dos poros é irregular, irrepetível, vivo: poros de tamanho diferente distribuídos ao acaso. No cabedal ecológico o relevo faz-se com um cunho, portanto o padrão de poros repete-se a intervalos regulares. Procura duas zonas iguais de textura: se coincidem como decalcadas, é imitação.

O calor e a reação da mão

O cabedal natural é quente ao toque, apanha depressa a temperatura do corpo e molda-se com suavidade à mão. O polímero parece ao início frio e algo pegajoso, e mantém-se sempre igualmente liso. Se dobras o cabedal natural, na dobra aparecem muitas ruguinhas e a superfície aclara-se um pouco; o cabedal ecológico dobra-se numa única dobra uniforme e muitas vezes embranquece na linha onde estala o revestimento.

A gota de água (prova prudente)

Numa zona pouco visível, uma gota de água sobre cabedal natural de curtimento vegetal escurece devagar e é absorvida, deixando uma mancha que depois seca. Sobre o cabedal ecológico e o cabedal encerado a gota fica em bolinha. A prova é destrutiva para o cabedal sem impregnação, por isso fá-la só pelo avesso ou salta-a por completo se receias estragar a peça.

Trançados e tipos de pulseiras de cabedal

O trançado é ao mesmo tempo resistência e todo o caráter da pulseira. Do desenho depende como a peça assenta, como estica e quão masculina ou étnica resulta.

Trança de três tiras

O trançado básico: três tiras de cabedal entrelaçam-se tal como se trança o cabelo. A trança é plana, asseada, estica um pouco e assenta bem no pulso. É o trançado mais espalhado e mais sereno, base da maioria das pulseiras e cordões de cabedal simples.

Macramé e trançado de nós

O macramé é uma técnica de trançado com nós sem base, vinda do têxtil. Com cordões de cabedal ou encerados fazem-se nós quadrados e obtém-se uma pulseira densa e em relevo, na qual é cómodo inserir contas e pedras. O macramé mantém a forma, ajusta-se de comprimento apertando e tem um ar artesanal e étnico. É a técnica preferida das pulseiras de festival e boémias.

Pulseira de várias voltas (wrap)

A pulseira de várias voltas, em inglês wrap, é um cordão longo que se enrola várias vezes à volta do pulso e se aperta. No cordão costumam ir enfiadas contas, cristais ou placas pequenas. As voltas dividem visualmente o pulso em várias faixas e substituem com uma só peça toda uma pilha de pulseiras. Fica cingida, tem um ar boémio e ajusta-se com o número de voltas.

Pulseira com fecho magnético

Pulseira de cabedal trançado ou liso com fecho magnético que se engata sozinho. Resulta cómoda para quem aperta a pulseira com uma só mão, e é popular nos modelos masculinos. O fecho magnético tem um pormenor: um íman fraco e barato solta-se com um gesto brusco, enquanto um forte segura melhor mas acrescenta peso. O fecho escolhe-se pela força de agarre, não pelo aspeto.

Pulseira com contas e incrustações

A base de cabedal combina-se com contas de madeira, pedra, lava, metal ou osso, dando uma pulseira com textura e significado. As contas de lava são porosas; sobre elas deita-se óleo essencial como num difusor. As contas de pedra dão cor e simbolismo. Aqui o cabedal carrega o peso e as contas o caráter. Quantas mais contas pesadas, mais a base de cabedal estica e descai com o tempo.

Trançado de várias fileiras e nó celta

Os trançados complexos de quatro, seis ou oito tiras dão um cordão redondo ou quadrado com volume e um desenho regular. O trançado celta, a «corrente real» em cabedal ou as fitas planas de várias fileiras já são trabalho de artesão. Estas pulseiras são resistentes graças ao entrelaçado denso e caras graças ao trabalho manual.

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O cabedal combinado com metal, pedra e prata

Por si só, o cabedal resulta étnico e algo tosco. Junto a um material nobre revela-se: o contraste do cabedal quente e mate com o metal frio e brilhante é uma das combinações mais acertadas da joalharia.

Cabedal e prata

O clássico das joias masculinas e unissexo. Um pendente de prata num cordão de cabedal lê-se como mais caro do que esse mesmo pendente numa corrente de prata: o cabedal dá caráter e tira solenidade a mais. Os terminais, as contas separadoras e os fechos de prata numa pulseira de cabedal atam a peça num todo. Se queres perceber com que prata estás a lidar, dá uma olhadela à análise da prata 925: o toque importa, porque um terminal de liga barata escurece e mancha o cabedal no ponto de contacto.

Cabedal e aço, latão, cobre

Com o aço inoxidável o cabedal dá um ar sóbrio, quase técnico: o aço não escurece, mantém o brilho e não reage com o suor. O latão e o cobre dão um contraste dourado e quente, mas escurecem com o tempo e podem deixar marca no ponto de contacto com o cabedal e o pulso. Como se comportam os diferentes metais numa pulseira é fácil de confrontar na comparação de latão, aço e prata: sobre uma base de cabedal, a diferença de durabilidade dos ferragens vê-se especialmente clara.

Cabedal e pedra

Joia do antigo Egito com pedras e ouro sobre base de cabedal e linho
Joia do antigo Egito de cornalina, ouro e pedras semipreciosas sobre base de cabedal e linho, por volta de 2050 a. C. O cabedal serve aqui de fio macio que sustenta as pedras. The Metropolitan Museum of Art, Open Access (CC0 1.0)Jewelry of the Child Myt, ca. 2051-2030 B.C.. The Metropolitan Museum of Art, Open Access (CC0 1.0)

A pedra sobre cabedal é quase sempre ou uma conta enfiada no cordão ou um cabochão envolvido em cabedal. O cabedal serve aqui de engaste macio que não risca a pedra e atenua o seu brilho, dando um ar natural. A turquesa, a lava, a ágata, o olho de tigre e o ónix são os acompanhantes clássicos do cabedal: pedras terrosas e opacas que dialogam com a sua textura.

Cabedal e ouro

O ouro sobre cabedal aparece menos e fica como o mais caro de tudo: metal quente e cabedal quente criam um monocromático suave sem contraste brusco. Um elemento fino de ouro num cordão de cabedal é luxo contido. Tem um único senão: os ferragens dourados de uma pulseira de cabedal gastam-se na dobra do pulso mais depressa do que numa corrente, porque o cabedal roça sem parar contra o fecho.

Como escolher o metal segundo a cor do cabedal

Há uma regra simples de harmonia cromática. O cabedal natural claro e cor de mel combina com os metais quentes: latão, bronze, ouro amarelo, prata envelhecida. O cabedal preto e castanho-escuro fica melhor com o brilho frio: prata polida, aço, ouro branco. O contraste do cabedal escuro com o metal vivo lê-se sóbrio e gráfico, enquanto o cabedal quente com metal quente dá um ar natural e suave. Se tens dúvidas, o cabedal preto com prata é um par seguro que assenta bem a quase toda a gente e vai com quase tudo.

A grande fraqueza do cabedal: a água e o suor

Se deste artigo há uma só coisa a reter, que seja esta regra: o cabedal teme a humidade. A água e o suor são a primeira causa de que uma pulseira de cabedal morra antes de tempo, e quase todo o cuidado se resume a protegê-la deles.

Porque é que a água estraga o cabedal

O cabedal natural é poroso e absorve a água como uma esponja. Ao molhar-se, as fibras incham; ao secar, contraem-se e endurecem. Vários ciclos de «molhado e seco» tornam o cabedal rígido, quebradiço e gretado pelas dobras. Num cordão fino ou num trançado, onde a carga recai sobre uma tira estreita, o cabedal inchado e ressequido parte-se no ponto mais tensionado. A água quente e o sabão aceleram a deterioração, arrastando os taninos e as gorduras que sustentam o cabedal.

Porque é que o suor é mais perigoso do que a chuva

O suor é um líquido salgado e ácido, e para o cabedal é mais perigoso do que a água corrente. O sal cristaliza nos poros e atua por dentro como uma lixa; o ácido destrói o curtimento. Uma pulseira de cabedal num pulso que transpira no verão ou no treino envelhece em semanas, não em anos: endurece, escurece em manchas irregulares e começa a cheirar. Quem pior o passa são a camurça e o nobuck, que absorvem o suor com todo o seu pelo. A chuva ao menos é limpa; o suor arrasta ainda gordura da pele e partículas de pele sobre as quais prospera o cheiro.

Porque é que o cabedal mancha o pulso

Um corante barato ou mal fixado no cabedal, por efeito do suor e da humidade, desbota e passa ao pulso em forma de marca escura. Pecam disto sobretudo os cordões tingidos de cores vivas e baratas. O cabedal de qualidade com corante fixado mancha raramente, mas uma pulseira escura nova convém experimentá-la na primeira semana de calor: se deixa marca na pele, mais vale não a usar com calor nem para fazer desporto.

Porque é que o cabedal estica e descai

Com a humidade e a carga constante, o cabedal estica e não volta ao seu comprimento original. Uma pulseira que se tinha moldado à mão fica com o tempo mais folgada; o cordão sob um pendente pesado alonga-se. É um processo natural, mas a humidade acelera-o muito. O cabedal molhado sob carga estica muitíssimo mais depressa do que o seco.

Cuidado das joias de cabedal

Cuidar do cabedal não é difícil; são simplesmente outros hábitos, distintos dos do metal. O metal pode esfregar-se e lavar-se; o cabedal, não. Em troca, o cabedal agradece a delicadeza e paga-a com uma vida longa.

Não molhar

A regra principal. Tira a pulseira e o cordão de cabedal antes do duche, de lavar as mãos com água quente, da piscina, do mar, do banho turco e do desporto. Se ainda assim o cabedal se molha, não o seques à força: seca-o dando pequenas pancadinhas com um pano macio e deixa-o secar sozinho à temperatura ambiente. A questão da água vai além do cabedal, e há uma análise geral no artigo sobre se posso tomar duche ou nadar com joias: para o cabedal a resposta é um não rotundo.

Secar longe do calor

Se o cabedal se molha, o pior que podes fazer é pô-lo sobre o radiador, debaixo do secador ou ao sol. A secagem rápida com calor contrai as fibras de forma desigual, o cabedal empena, endurece e greta. A secagem correta é lenta, à sombra, à temperatura ambiente, longe de qualquer fonte de calor. Uma pulseira de cabedal molhada precisa de horas, não de minutos.

Condicionador para cabedal

De poucos em poucos meses convém nutrir o cabedal. Um condicionador específico para cabedal ou uma gota de um produto gordo neutro, aplicada em camada fina com um pano macio, devolve flexibilidade às fibras, protege da secura e repele um pouco a água. Não deites muito: o cabedal apanha só o que precisa, e o excesso atrai pó. A camurça e o nobuck não se untam com condicionador; para eles há sprays protetores próprios e escovas de borracha.

Limpeza

O cabedal liso limpa-se com um pano mal humedecido (não molhado), passando-o numa direção, sem sabão nem solventes. As zonas engorduradas podem passar-se com um pano levemente humedecido num produto de limpeza específico e suave para cabedal. A camurça e o nobuck limpam-se só a seco: com uma escova especial ou uma borracha para camurça, levantando o pelo. Nada de álcool, acetona nem produtos de limpeza agressivos: matam tanto o cabedal como o corante.

Conservação

Guarda as joias de cabedal separadas do metal e num sítio seco e ventilado, não num saco hermético onde o cabedal se asfixia e cria bolor. Não enroles o cordão apertado num nó tenso durante muito tempo: o cabedal recorda a forma e fica marcado. O melhor é pendurar a pulseira ou deixá-la esticada. Protege-a do sol direto: a luz queima a cor.

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Fechos e ferragens no cabedal

Uma pulseira de cabedal dura exatamente o que dura o seu elo fraco, e esse elo costuma ser o ponto de união com os ferragens. Um bom fecho e uns terminais de qualidade alongam a vida da peça mais do que qualquer condicionador.

Terminais e fechos de pressão

A ponta do cordão de cabedal aperta-se num terminal metálico: um tubo ou uma pinça «de crocodilo» com dentes. É o ponto mais carregado. Uma pressão frouxa deixa escapar o cordão; os dentes afiados cortam o cabedal com um puxão. Um terminal de qualidade segura com força e não corta, e às vezes a ponta do cordão cola-se ainda com cola. Se o cordão começa a sair do terminal, mais vale voltar a prensá-lo ou trocá-lo, sem esperar pela rutura.

Mosquetões e fechos de barra (toggle)

O mosquetão é o fecho clássico, fiável e conhecido. O fecho de barra (uma barrinha em forma de T que entra numa argola) é bonito e cómodo, mas numa pulseira pesada pode saltar. Para o cabedal importa que o metal do fecho seja o mesmo do resto dos ferragens: ligas diferentes junto ao cabedal e ao suor escurecem de forma desigual.

Fechos magnéticos

Cómodos para uma só mão, populares nos modelos masculinos. A sua fraqueza é a força: um íman barato solta-se com um gesto brusco e a pulseira perde-se. Ao escolher um fecho magnético, verifica o agarre com as mãos, não com os olhos.

Nós ajustáveis

Nas pulseiras étnicas e de macramé muitas vezes não há fecho: o comprimento ajusta-se com um nó corrediço do mesmo cordão. É a solução mais duradoura, porque não leva metal que escureça nem um ponto rígido onde o cabedal roce contra o fecho. Tem um único senão: o nó corrediço afrouxa com o tempo e segura pior.

Pode usar-se cabedal no duche, no mar e na piscina?

Resposta curta: não. O cabedal é um material cujo inimigo principal é a água, e qualquer contacto com ela encurta-lhe a vida. Vejamos porquê em cada caso.

O duche

A água quente, o sabão e o champô são a pior combinação para o cabedal. A água quente incha as fibras; o sabão e os tensioativos arrastam as gorduras e os curtentes. Após alguns duches, a pulseira de cabedal endurece e escurece. Tira-a sempre antes de tomar duche.

O mar

A água do mar é um duche multiplicado pelo sal. O sal cristaliza nos poros do cabedal e destrói-o por dentro, os ferragens metálicos corroem-se e o corante desbota. Uma pulseira de cabedal depois de um banho no mar muitas vezes já não tem salvação. Do sal e das joias convém recordar, em geral, que é agressivo tanto com o cabedal como com a maioria dos materiais.

A piscina

A água clorada acrescenta à água uma química que descolora o cabedal e destrói o curtimento ainda mais depressa do que a salgada. A piscina está terminantemente contraindicada para o cabedal. Se vais ter contacto com água, tira o cabedal com antecedência e guarda-o num sítio seco.

O cabedal e as suas alternativas: o que escolher
MaterialTeme a águaCaráterDurabilidade
Cabedal liso naturalSim, muitoEnvelhecimento nobre, pátina
Camurça e nobuckSim, muitíssimoVeludo, boho
Cordão encerado (algodão)PoucoTipo cabedal, ético
Cabedal sintético (PU)PoucoCor uniforme, greta
Borracha e siliconeNãoDesporto, tecno, o dia todo

Tingimento e descoloração do cabedal

A cor do cabedal é uma grandeza viva: muda com o uso, a luz e o contacto com a pele. Percebê-lo poupa o susto quando a pulseira preferida amanhece de outro tom.

Porque é que o cabedal descolora

O ultravioleta destrói as moléculas do corante, e o cabedal, sobretudo o de cores vivas, descolora ao sol. O cabedal claro de curtimento vegetal, pelo contrário, escurece com o sol e as mãos, ganhando uma pátina cor de mel: isso não é deterioração, mas o envelhecimento nobre que se aprecia. Mas uma pulseira azul viva ou vermelha, empalidecida em manchas, parece gasta. Os tons escuros e naturais envelhecem melhor do que os vivos.

Porque é que o cabedal desbota

Um corante barato ou mal fixado vai-se com o suor e a água, passando ao pulso e à roupa. O cabedal de qualidade tinge-se com fixação e desbota raramente. Verifica uma pulseira nova de cor viva: passa-lhe um lenço branco húmido e, se se tinge, usa-a com cuidado e não com calor.

Pode voltar a tingir-se o cabedal?

O cabedal liso pode renovar-se com um corante específico para cabedal e um creme recuperador de cor, mas é um trabalho delicado: o corante tem de ser mesmo para cabedal, aplicar-se em camada fina e fixar-se. A camurça e o nobuck são mais difíceis de voltar a tingir; para eles há sprays recuperadores próprios. Voltar a tingir faz sentido numa pulseira cara; uma barata é mais fácil de substituir.

Cabedal nas joias: verdade e mitos
Uma pulseira de cabedal aguenta o duche, é pele
Toca para ver
O cabedal sintético dura mais do que o natural
Toca para ver
O cabedal escurece só por estar sujo
Toca para ver
O cordão parte-se porque o cabedal é fraco
Toca para ver
A camurça limpa-se como o cabedal liso
Toca para ver

Alternativas veganas e éticas ao cabedal

Nem toda a gente quer usar cabedal: uns por motivos éticos, outros pelo caprichoso do material. A boa notícia é que abundam os substitutos que ficam e funcionam de forma parecida, e que às vezes duram mais.

Cordão encerado de algodão e de poliéster

A grande alternativa. O cordão encerado de algodão ou poliéster quase não se distingue por fora de um cabedal fino, e teme menos a água: a cera repele a humidade. Com ele trançam-se as mesmas pulseiras, faz-se macramé e usa-se sob um pendente. É mais barato, mais uniforme de cor e sem dilemas éticos. Tem um único senão: não apanha a nobre pátina do cabedal, fica tal como era.

Têxtil, paracord, nylon

As pulseiras têxteis trançadas, o paracord (um cordão resistente de nylon) e os fios de algodão são as alternativas desportivas e juvenis. São vistosas, resistentes, não temem a água nem o suor e lavam-se com facilidade. De caráter são outro material: não o cabedal quente e nobre, mas um acessório desportivo e funcional.

Borracha e silicone

Para quem precisa de uma resistência total à água, estão a borracha e o silicone. Estes materiais não temem nem o mar, nem o duche, nem o suor, nem o cloro; usam-se sem os tirar. Em estética são o mais distante do cabedal (um ar tecno-desportivo, não étnico), mas na prática não têm rival. Há uma análise detalhada no artigo sobre a borracha e o silicone nas joias: se o cabedal te parece demasiado caprichoso, este é o primeiro candidato a substituí-lo.

«Cabedal» de cogumelos e de origem vegetal

Surgiram no mercado materiais de micélio de cogumelos, de cato, de fibras de ananás ou de bagaço de maçã que imitam o cabedal sem matéria-prima animal. Na joalharia ainda são uma raridade e caros, mas como alternativa ética de textura parecida avançam depressa. O seu comportamento é próprio, e para o seu cuidado convém seguir as instruções do fabricante.

Como prolongar a vida de um cordão de cabedal

Reunamos tudo num breve repertório de hábitos que multiplica a vida útil do cabedal.

Tira-o à noite e antes da água

O principal e o mais simples. O cabedal de uma pulseira tirada descansa, areja e não estica sob o peso do corpo durante o sono. Antes do duche, do mar, da piscina, do banho turco e do desporto há que tirá-la sem falta. Metade das ruturas deve-se justamente à água.

Alterna as pulseiras

O cabedal gosta de secar entre usos. Se usas a mesma pulseira todos os dias sem descanso, acumula suor e não tem tempo de recuperar. Duas ou três pulseiras em rotação duram bastante mais do que uma só muito usada.

Nutre o cabedal e cuida dos nós

De poucos em poucos meses, uma camada fina de condicionador devolve flexibilidade ao cabedal. Vigia o ponto mais carregado: onde pende o pendente e onde se une ao terminal. Assim que ali assomem gretas ou desgaste, refaz ou troca o cordão sem esperar pela rutura. Um pendente passa-se para um cordão novo num minuto, mas um pendente que salta no meio das pessoas raramente se recupera.

Guarda-o bem

Não o enroles apertado, não o metas num saco hermético, não o deixes ao sol nem junto ao radiador. Esticado, à sombra, num sítio seco e ventilado: nessas condições o cabedal vive anos e envelhece bem.

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Factos que surpreendem

O cabedal na joalharia parece simples, mas arrasta uma história inesperada e um par de propriedades pouco intuitivas.

As joias de cabedal mais antigas são anteriores às de metal. Muito antes de o ser humano aprender a fundir cobre, já cortava correias de peles e enfiava nelas conchas, dentes e ossos. Um cordão de cabedal com uma concha perfurada é um dos tipos de joia mais antigos que se conhecem.

O cabedal natural de curtimento vegetal reage ao sol como a pele humana ao bronzear-se: o cabedal vegetal claro escurece com a luz, ganhando um bronzeado cor de mel uniforme. Há colecionadores que «passeiam» de propósito as suas peças de cabedal novas ao sol para conseguir um tom profundo.

O cheiro a cabedal novo, pelo qual tanto se aprecia, é em boa parte o cheiro dos taninos e do tratamento, não da pele em si. Parte do «aroma a cabedal» das peças baratas acrescenta-se de forma artificial com perfume, e é justamente por esse cheiro demasiado forte e químico que às vezes se denuncia a imitação.

O cabedal sabe «recordar» a forma. Uma correia dobrada e deixada muito tempo numa mesma posição fica marcada e mantém a dobra. Os correeiros usam-no de propósito, moldando o cabedal em húmido, mas numa pulseira um nó apertado deixado durante meses acaba numa feia marca.

O ponto mais fraco de uma pulseira de cabedal quase nunca é o centro, mas a união com o metal. O cabedal, por si só, é bastante resistente à tração, mas a aresta afiada de um terminal ou o dente de um fecho de pressão atua como uma faca em cada puxão, e a rutura ocorre justamente ali.

Para oferecer

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Perguntas frequentes

Pode usar-se a pulseira de cabedal sem a tirar?

Melhor não. O cabedal teme a água e o suor, e usá-la as 24 horas significa duche, lavar as mãos, dormir, desporto, tudo o que a destrói. Se queres um acessório para nunca tirar, escolhe borracha ou silicone. O cabedal agradece os descansos e a secagem.

Molhei a pulseira de cabedal, que faço?

Não a seques com calor. Seca-a dando pequenas pancadinhas com um pano macio, estica-a e deixa-a secar sozinha à temperatura ambiente, longe do radiador, do secador e do sol. Quando estiver seca, aplica uma camada fina de condicionador para cabedal para lhe devolver flexibilidade. Uma vez o cabedal aguenta, mas molhá-lo não pode tornar-se hábito.

Porque é que o cordão de cabedal se partiu se eu cuidava dele?

Quase sempre a rutura não se deve ao cabedal em si, mas ao ponto de união com o terminal ou ao lugar onde pende uma peça pesada. A aresta afiada do metal corta o cordão com os puxões, e um pendente pesado gasta o ponto estreito. Nem sempre é questão de cuidado; às vezes é de ferragens e de carga.

O cabedal mancha-me o pulso, é normal?

No cabedal barato e tingido de cores vivas é algo frequente: um corante mal fixado desbota com o suor. O cabedal de qualidade mancha raramente. Verifica a pulseira nova com um lenço branco húmido e, se se tinge, usa-a com cuidado, não com calor nem para fazer desporto. Com o tempo, o desbotamento costuma diminuir.

Com que se limpa a pulseira de cabedal?

O cabedal liso limpa-se com um pano mal humedecido sem sabão e, se está muito sujo, com um produto de limpeza específico para cabedal. A camurça e o nobuck limpam-se só a seco, com escova ou borracha para camurça. Nada de álcool, acetona nem produtos de limpeza agressivos: matam tanto o cabedal como o corante.

O cabedal ecológico é mais duradouro do que o natural?

Não. O cabedal ecológico fica uniforme e é mais barato, mas o revestimento de poliuretano greta com o tempo pelas dobras e solta-se em tiras. O cabedal natural dura mais e envelhece com nobreza, ganhando pátina. A vantagem da imitação está no preço, na resistência à água e na ausência de dilemas éticos, não na durabilidade.

Que cordão escolher em vez do cabedal se a água importa?

Se precisas de resistência total à água, opta por borracha ou silicone: não temem o duche, o mar nem o suor. Se queres um aspeto parecido com o cabedal sem os seus caprichos, dá-te bem o cordão encerado de algodão ou poliéster. O têxtil e o paracord são a opção para um look desportivo.

A pulseira de cabedal estica com o tempo?

Sim, o cabedal estica com o uso e a humidade e não volta por completo ao seu comprimento original. Primeiro a pulseira molda-se à mão, depois vai ficando mais folgada. A humidade acelera muitíssimo o esticamento, por isso um uso seco e cuidadoso conserva o ajuste mais tempo.

Prata sobre cabedal ou corrente

O cordão de cabedal faz com que a joia seja quente e tenha caráter, mas muito depende do que dele pende e de que metal são os ferragens. No catálogo da Zevira há pendentes e símbolos de prata que ficam igualmente bem em corrente e em cordão de cabedal. Escolhe o teu símbolo e escolhe a base conforme o conjunto.

Ver pendentes e símbolos

Sobre a Zevira

A Zevira são joias para usar todos os dias, não para esconder no guarda-joias até uma festa. Apostamos na prata 925, nos símbolos limpos e nas peças que duram muito com um cuidado razoável. O cordão de cabedal, a corrente ou a borracha são uma questão de conjunto; o sentido está sempre no que usas. Se tens dúvidas sobre o que te convém, começa pelo símbolo que sintas teu, e a base e o engaste escolhemo-los a partir dele.

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