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Joias para a mãe a amamentar: o que usar durante a amamentação

Joias para a mãe a amamentar: o que usar durante a amamentação

A primeira coisa que o bebé ao colo faz é levar à boca o fio ou o brinco da mãe. Agarra o anel, puxa o pendente, torce o fecho do brinco. Por isso as joias para a fase da amamentação escolhem-se não pela beleza, mas pela segurança: que não se arranque, que não se engula e que não arranhe.

A amamentação são meses, às vezes anos, de contacto próximo pele com pele. O bebé descansa sobre o peito, a cara dele fica a poucos centímetros do teu decote, as mãozinhas exploram o pescoço e a boca procura tudo o que alcança. Nessa proximidade qualquer joia deixa de ser um simples acessório e passa a ser um objeto que o bebé estuda com a boca e com os dedos. Isso significa que há que escolhê-la por outras regras.

Este artigo trata do que usar sendo mãe a amamentar sem aflição: que joias são perigosas junto de um recém-nascido, que materiais são seguros, o que são os colares de amamentação e os colares mordedores, como mantê-los limpos e quando se pode voltar aos brincos e fios de sempre. Sem instruções médicas sobre a amamentação, apenas bom senso e prática.

Porque a fase da amamentação pede uma abordagem diferente

A gravidez e a amamentação são duas histórias diferentes, e as joias em cada uma delas também. Durante a gravidez o problema principal é a fisiologia da própria mulher: os dedos incham, o anel deixa de sair, os lóbulos ficam mais pesados. Disso falamos em detalhe no artigo sobre joias durante a gravidez. Ali o centro das atenções está no corpo da mãe.

Com o nascimento do bebé o centro desloca-se. Agora, ao teu lado, há uma pessoinha que leva tudo à boca, que agarra com uma força de ferro e que não percebe que aquela coisa brilhante não é um brinquedo. As tuas joias passam a fazer parte do mundo sensorial dele, quer queiras quer não.

O bebé descobre o mundo com a boca e com as mãos

O reflexo de preensão do recém-nascido é um dos mais fortes. O dedo que cai na mãozinha dele fica apertado com tanta força que não é fácil de tirar. Esse mesmo aperto calha ao fio, ao brinco, ao bordo do anel. Por volta dos três ou quatro meses aparece o agarrar consciente: o bebé estende a mão para os objetos vistosos e leva-os à boca, porque para ele a boca é o órgão principal de conhecimento. Tudo o que brilha e se mexe no pescoço da mãe entra na mira dele.

Não é birra nem maldade, é o normal do desenvolvimento. A tarefa da mãe não é ensinar o bebé a não esticar as mãos, mas sim afastar do alcance dele aquilo que lhe pode fazer mal.

Um pormenor curioso: o recém-nascido primeiro estica as mãos para o que se mexe e contrasta com o fundo. O brinco brilhante sobre o cabelo, o pendente que baloiça sobre a pele clara, o anel que cintila prendem o olhar do bebé antes do brinquedo do berço. As tuas joias atraem literalmente a atenção do pequeno mais do que uma roca comprada de propósito, porque estão perto, em movimento e em contraste.

A pele do bebé é mais delicada e reage ao metal

A pele do recém-nascido é mais fina do que a do adulto e a sua barreira protetora ainda se está a formar. Aquilo que a um adulto parece liso, na pele do bebé pode deixar um arranhão ou uma irritação. A aresta de um anel, o bordo de um brinco, a solda irregular de um pendente: tudo isso entra em contacto com a cara e o corpo do bebé durante a mamada. A isto junta-se a sensibilidade aos metais: o níquel, culpado habitual de alergias nos adultos, num bebé pode provocar irritação ainda mais depressa. Deste metal falamos em detalhe no guia sobre a alergia ao níquel.

Uma peça pequena é um risco, não um enfeite

Um pendente minúsculo, uma conta, um berloque que se solta, uma pedra mal fixada são decoração para o adulto e um perigo potencial para o bebé. As crianças com menos de um ano levam tudo à boca, e uma peça pequena que se partiu ou soltou acaba onde não devia. Esta é a consideração principal, a que pesa mais do que qualquer estética. Se uma peça pode desprender-se e caber no punho do bebé, durante a amamentação não tem lugar junto do pequeno.

Que joia te convém durante a amamentação?
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O que são os colares de amamentação e os colares mordedores

As mães recentes descobrem cedo uma categoria à parte de joias, pensada precisamente para a vida com um bebé. Tem vários nomes: colar de amamentação, colar de porta-bebés, colar mordedor. No fundo é um colar que a mãe usa e que o bebé estuda e morde.

Para que servem: ocupar as mãos do bebé

Quando o bebé está ao peito ou ao colo, a mão livre procura constantemente algo. Sem um objeto adequado, encontra o cabelo da mãe, o brinco, o fio, um sinal na pele, e puxa, torce, dá repuxões. O colar de amamentação dá a essa mão um trabalho seguro: contas grandes, lisas ou com textura, agradáveis de manusear, apertar e morder. O bebé fica ocupado e a mãe não se assusta com cada puxão de orelha.

O nome colar de porta-bebés vem do próprio porta-bebés. No porta-bebés o pequeno descansa sobre o peito da mãe e estica-se para o que tem à frente. O colar fica mesmo nessa linha e leva todo o interesse.

O nascer dos dentes e uma mordida segura

Por volta do meio ano, a muitos bebés começam a nascer os dentes, as gengivas coçam e o pequeno leva tudo à boca. Um colar mordedor de material adequado dá às gengivas uma superfície para mastigar. Isto não cura nem acelera o nascer dos dentes; para esses temas convém falar com o pediatra. Mas dar ao bebé um objeto limpo e seguro em vez de um canto qualquer ou o comando da televisão é razoável.

Uma ressalva importante: o mordedor fica na mãe. É uma joia que o adulto usa e que o bebé explora sob vigilância. Pôr o colar no pescoço do bebé ou deixá-lo sozinho com ele não se deve fazer: qualquer cordão no pescoço do bebé é perigoso.

De que se fazem: silicone, madeira, tecido

Três materiais reuniram à sua volta toda esta categoria, porque cada um é seguro à sua maneira para a mordida.

O silicone de grau alimentar é macio, flexível, lavável, não teme a saliva e é agradável para as gengivas. É o material mais habitual para os mordedores. Das propriedades deste material falamos com mais pormenor na análise sobre a borracha e o silicone nas joias.

A madeira traz uma textura agradável e um peso natural. Para os mordedores escolhem-se madeiras sem tratamento ou tratadas com óleo seguro, sem verniz nem tinta, para que na boca não acabe nenhum produto químico. A faia, o ácer e o zimbro são opções frequentes.

O tecido e as contas de crochet (algodão, por vezes tecido sobre uma base de madeira) trazem suavidade e uma superfície quente ao toque. São mais difíceis de lavar, mas agradáveis de apertar. Muitas vezes combinam-se: base de madeira, contas de silicone, elementos de pano sobre um cordão resistente.

Como é por dentro um colar de amamentação seguro

Os bons colares de amamentação assentam sobre um cordão reforçado e resistente, não sobre um fio fino ou uma corrente. Um modelo de qualidade tem um fecho seguro: ou um fecho de segurança que se abre com um puxão forte (para que o cordão não aperte o pescoço do adulto), ou uma atadura sem peças metálicas junto da boca do bebé. As contas ficam apertadas, não dançam pelo fio nem se amontoam. Se o colar tem elementos móveis, devem estar fixados de modo que não se soltem com a mordida do bebé. Antes de cada uso convém dar uma vista de olhos ao colar: não há desgaste no cordão, não se soltou nenhuma conta, o nó está inteiro? Um mordedor gasto descarta-se sem pena.

Em que se distingue um colar de amamentação de um colar normal

A diferença está em ser pensado para o contacto com o bebé. Um colar normal é feito para ser contemplado; o colar de amamentação, para ser mordido e manuseado. Daí o tamanho grande das contas (uma pequena o bebé pode arrancá-la e engoli-la), as superfícies macias ou lisas sem arestas, o material inerte, o cordão resistente e o fecho seguro. Os colares decorativos de vidro, de metal com revestimento, com pendentes pequenos não servem para este papel, por muito que se pareçam.

Um brinco comprido junto da orelha do bebé dura até ao primeiro puxão. Tira-o tu, antes que seja ele a tirá-lo.
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Como visto uma mãe a amamentar: monto o visual

Pelas minhas sessões e provas já passaram dezenas de mães recentes, e o pedido é quase sempre o mesmo: continuar a ser uma mesma sem travar uma batalha com a mão do bebé. Aqui vai o que de facto funciona no primeiro ano.

O que vestir para sair com o bebé ao colo? Recomendo a fórmula «um acento mais uma base lisa». Um brinco de pressão grande e bem ajustado ou um discreto ear cuff na cartilagem dão expressividade à cara, e nada baloiça junto da orelha do bebé. Por cima acrescento um colar curto até às clavículas: fica acima da zona aonde se estica a mão do bebé ao peito. No pulso escolho uma pulseira lisa sem pendentes. Vais arranjada e não há de que puxar.

Que brincos ficam e quais voltam ao guarda-joias? Deixo o que se cola ao lóbulo: de pressão, trepador ao longo do bordo, ear cuff na cartilagem. Nada disso forma uma argola de que puxar. Os pendentes compridos e as argolas grandes aconselho a pô-los de parte: o bebé mete um dedo e puxa em arco, e esse é o puxão mais doloroso para o lóbulo. Se queres algo vistoso, escolhe um brinco de pressão grande e bem ajustado, o acento fica e o risco não.

Que comprimento de fio escolhes? Escolho curto, rente ao pescoço: um colar curto ou até às clavículas. Esse comprimento sai do alcance do bebé e o pendente não fica pendurado junto da cara. Os sautoirs compridos e os fios de ópera guardo-os para saídas sem o bebé. E olho para a resistência: junto de um recém-nascido recomendo um elo grosso tipo grumeta com mosquetão fiável, não uma teia de aranha que se parte com um gesto.

Como encaixar os colares de amamentação sem que o visual pareça infantil? Reparto as peças por papéis. O colar de amamentação faz o trabalho: dele se agarra e o morde o bebé. Um brinco de pressão e um fio curto trabalham para o visual da mãe e ficam fora do radar do bebé. Fica bem o piscar de olho de cor: contas de madeira de tom quente ao lado de um brinco dourado, silicone grafite ao lado do aço. Não penduro dois fios compridos ao mesmo tempo, um colar de amamentação mais um colar curto veem-se mais limpos.

Quando recuperar as joias preferidas? Guio-me pelo comportamento do bebé, não pelo calendário. Enquanto levar tudo à boca e agarrar com força de ferro, mantenho a prudência. Assim que começa a perceber o «não» e é mais cuidadoso com o pescoço da mãe, recupero as preferidas por ondas: primeiro brincos um pouco mais compridos, depois um fio de comprimento médio, mais tarde pendentes móveis. E para um encontro ou uma festa sem o bebé, usa o que quiseres já.

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Que joias são perigosas junto de um recém-nascido

Vamos ao concreto. Nem todo o teu guarda-joias é igualmente amigo do bebé. Vejamos por tipos o que convém pôr de parte durante a amamentação e porquê.

Brincos pendentes e argolas grandes nas orelhas

Os brincos pendentes, as argolas grandes, os brincos compridos na orelha são o alvo principal da mão do bebé. O pequeno ao peito fica mesmo à altura da orelha da mãe e agarra o que baloiça e brilha. Um puxão de um brinco pendente é dor, e no pior dos casos uma lesão no lóbulo. Quase todas as mães tiram os brincos compridos durante a fase de agarrar ativo, e não por estilo, mas porque se cansam de andar em sobressalto.

Os brincos de pressão são mais seguros, mas também têm o seu ponto fraco: o bebé pode agarrar-se ao próprio fecho e tentar puxá-lo. Um brinco de pressão curto, bem ajustado e com um fecho fiável é preferível a um grande ou saliente.

Fios e pendentes compridos

Colar comprido de ouro com pendentes sobre um fio fino
Um fio comprido com pendentes fica elegante, mas é logo o primeiro que o bebé ao colo agarra. The Metropolitan Museum of Art, Open Access (CC0 1.0).Colar de ouro com pendentes, por volta do século VII. The Metropolitan Museum of Art, Open Access (CC0 1.0)

O fio ao pescoço fica mesmo na zona de trabalho das mãos do bebé durante a mamada. Um fio fino o bebé parte-o com facilidade, e um elo partido e um pendente pequeno podem acabar na boca dele. Um pendente comprido baloiça diante da cara do pequeno e atrai o agarrar. Durante a amamentação os fios ou se tiram, ou se trocam por uns curtos e resistentes, do que falamos numa secção à parte mais abaixo.

Anéis com arestas e pedras grandes

O anel toca constantemente no bebé: seguras nele, ajeitas, levas ao colo. Uma aresta afiada do engaste, uma pedra saliente, o bordo do anel: tudo isso arranha a pele delicada. Há que ter especial atenção com os anéis cuja pedra vai num engaste de garras alto: as garras prendem-se na roupa e na pele.

Pendentes pequenos, berloques e fechos frágeis

Qualquer peça que se possa desprender passa, durante a fase de bebé, à categoria de perigosa. Berloques finos numa pulseira, pendentes pequenos, fechos fracos, pedras mal fixadas. Se um elemento se pode soltar e caber na boca do bebé, há risco de asfixia. As pulseiras com elementos pequenos pendurados convém pô-las de parte por uns tempos.

Pulseiras e relógios no pulso

O pulso da mãe a amamentar está sempre debaixo da mão do bebé: seguras-lhe a cabeça, apertá-lo contra ti, e os dedos dele ficam mesmo sobre a tua pulseira. As pulseiras rígidas com bordos afiados, uma bracelete com um fecho que possa prender o dedinho do bebé, as pulseiras com pendentes pequenos é melhor tirá-las. Uma pulseira simples, lisa e sem salientes, ou uma macia de tecido, quase não gera risco. Um relógio com bracelete metálica e coroa saliente convém também revê-lo à procura de arestas.

Piercings e joias corporais

Se tens um piercing em zonas que o bebé alcança durante a mamada (por exemplo no umbigo ou na sobrancelha), tem em conta que o pequeno se pode agarrar a ele. Os elementos móveis grandes nesse piercing convém trocá-los durante a fase ativa por uns pequenos e bem ajustados. É a mesma lógica dos brincos: tudo o que baloiça e sobressai junto da mão do bebé torna-se alvo.

Materiais seguros para as joias da mãe a amamentar

A segurança não é só uma questão de forma, também de composição. O bebé leva a joia à boca, esfrega a cara nela, por isso o material deve ser inerte e hipoalergénico.

Silicone de grau alimentar e borracha

O silicone é o líder em segurança para mordedores: macio, lavável, não se desfaz, sem arestas. O silicone de grau alimentar de qualidade é quimicamente inerte e não liberta nada de nocivo em contacto com a saliva. A borracha é parecida na maciez e também tolera bem a humidade.

Madeira sem tratamento e com óleo

A madeira é segura se não levar qualquer revestimento ou se estiver tratada com óleo alimentar, não com verniz nem tinta. O verniz e o esmalte num mordedor são inadmissíveis: o bebé vai roer o revestimento. Escolhe madeiras densas, sem farpas, bem lixadas.

Aço hipoalergénico e titânio sem níquel

Para os brincos de pressão e os fios finos que ficam na mãe, uma boa opção é o aço cirúrgico hipoalergénico e o titânio. A condição principal é a ausência de níquel em quantidade significativa. O titânio é diretamente bioinerte: usa-se em implantes. A comparação de metais pela sua reação com a pele analisamos no artigo sobre o latão, o aço e a prata, e o aço prático de verão no guia sobre as joias de aço.

Prata e ouro: nobres, mas com uma nuance

A prata de lei e o ouro de boa pureza são inertes e seguros em contacto com a pele, por isso os brincos de pressão e os fios finos destes metais ficam tranquilamente na mãe. A nuance não é sobre a composição, mas sobre a forma e a resistência: a prata é mais mole do que o aço, um fio fino de prata parte-se sob o puxão do bebé com mais facilidade, e um anel com pedra alta arranha tal como qualquer outro. Para um metal junto do bebé não interessa a nobreza da liga, mas sim a maciez e a fiabilidade da construção.

O que evitar: chumbo, cádmio e tinta

A bijutaria barata de composição desconhecida é o risco principal. Na tinta e nas ligas das joias de meia dúzia de cêntimos aparecem o chumbo e o cádmio, metais tóxicos que não têm lugar onde o bebé leva tudo à boca. A regra é simples: quanto mais perto está a peça da boca do bebé, mais rigorosas são as exigências sobre a composição. O mordedor e o colar de amamentação devem ser de material comprovado, não de um fio qualquer de feira.

Como verificar uma joia desconhecida

Antes de pores uma peça desconhecida junto do bebé, percorre uma lista breve. Passa o dedo pelas arestas e pelo fecho: não arranha nem prende nada? Puxa os pendentes e as pedras: está tudo bem fixado? Olha para o revestimento: a tinta ou o dourado não estão a lascar?, porque a camada que salta vai acabar nas mãos do bebé. Descobre a composição, sobretudo na bijutaria: leva níquel, com que está revestido o metal? Se alguma das respostas te inquieta, essa peça deixa-se para quando o pequeno deixar de levar tudo à boca.

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Brincos durante a amamentação

Os brincos são um tema à parte, porque é difícil tirá-los de todo (o furo fecha) e o perigo que geram é real.

Porque é melhor pôr os pendentes de parte

Os brincos pendentes baloiçam mesmo onde se estica a mão do bebé ao peito. O puxão é doloroso, e um lóbulo fino lesiona-se com facilidade. A maioria das mães passa intuitivamente aos de pressão logo nas primeiras semanas, e é sensato. Menção à parte para as argolas grandes nas orelhas: o bebé mete o dedo lá dentro e puxa, e esse puxão é o mais perigoso para o lóbulo, porque a carga vai em arco. Quanto maior é o diâmetro da argola, mais fácil é ao pequeno meter o dedo, por isso são as primeiras a pôr de parte durante a fase ativa.

Os brincos de pressão curtos como opção prática

Um brinco de pressão pequeno, bem ajustado e com fecho fiável é a opção ideal durante a amamentação. Não baloiça, é mais difícil de agarrar e não se prende na roupa do bebé. Escolhe modelos lisos, sem elementos afiados salientes e com um bom fecho, para que o brinco não caia se o bebé chegar a agarrá-lo.

Higiene do furo e material

Como o brinco fica na orelha de forma permanente, o material deve ser inerte: titânio, aço cirúrgico, ouro de boa pureza. Uma liga barata no furo de uma mãe cansada e sem dormir é mais uma ocasião para a irritação. E lembra-te: o bebé que agarra um brinco de pressão pode puxá-lo para a boca, por isso a fiabilidade do fecho importa mais do que a beleza.

Se te apetece usar algo vistoso

A vontade de continuar a ser tu mesma não desaparece com o nascimento do bebé, e não há por que renunciar a ela por completo. A solução está no tamanho e na forma, não em desistir da beleza. Um brinco de pressão grande mas bem ajustado, um brinco trepador ao longo do bordo do lóbulo, um discreto ear cuff na cartilagem dão um acento sem que nada baloiçe nem sobressaia formando um laço de que se possa puxar. Assim o visual continua expressivo e a orelha fica a salvo.

Anéis durante a amamentação: tirar ou não?

Quase toda a gente usa anéis, e a ninguém apetece separar-se da aliança. Não há que renunciar de todo, basta perceber os riscos.

Arranhões na pele delicada do bebé

O problema principal do anel é mecânico. Uma aresta afiada, uma pedra alta, o bordo arranham a pele do bebé quando seguras nele, o lavas, o levas ao colo. Se o anel tem uma geometria agressiva, durante a fase ativa às vezes troca-se por uma aliança lisa sem salientes.

Higiene: debaixo do anel acumula-se de tudo

A mãe a amamentar lava as mãos dezenas de vezes por dia. Debaixo do anel fica humidade, sabão, restos de creme, e nesse ambiente multiplicam-se as bactérias. Um anel liso é mais fácil de manter limpo do que um trabalhado com muitos recantos. Tirar o anel durante o banho do bebé e a lavagem das mãos é um hábito sensato, e já agora menos arranhões.

Quando é melhor tirar o anel por uns tempos

Se depois do parto o dedo continua inchado e o anel aperta, não forces a articulação. Sobre o que fazer quando o anel fica preso no dedo temos uma análise à parte. Durante a fase ativa de bebé muitas mães guardam no guarda-joias os anéis com pedras e usam uma aliança simples, que não arranha e se lava com facilidade.

O anel de silicone como substituto temporário

Se queres conservar o símbolo do casamento, mas as pedras afiadas e o metal incomodam, ajuda um anel macio de silicone. Não arranha a pele do bebé, não se prende, não dá medo perdê-lo no lava-loiça ou esquecê-lo depois do banho, e perante um enganche forte simplesmente escorrega, em vez de apertar o dedo. Muitas mães usam um anel assim no primeiro ano e recuperam o de gala quando o bebé cresce. É uma solução cómoda também para quem lava muito as mãos: o silicone não retém humidade nem sabão como um engaste trabalhado.

Fios e pendentes: comprimento, fecho, resistência

O fio ao pescoço da mãe a amamentar está sempre nas mãos do bebé. Não é preciso renunciar de todo, mas convém abordar a escolha de outra maneira.

Que comprimento é mais seguro

Um pendente comprido baloiça diante da cara do pequeno e provoca o agarrar. Um fio curto, rente ao pescoço, sai da zona cómoda para o bebé e provoca menos. Se te apetece usar pendente, escolhe um comprimento tal que a peça não fique pendurada mesmo nas mãos do bebé. Um colar rente ao pescoço e um colar curto até às clavículas são neste sentido mais cómodos do que um fio comprido: quase não dão ao bebé que descansa ao peito de que se agarrar, porque ficam acima da zona das mãos dele. Os fios compridos tipo ópera e os sautoirs, pelo contrário, caem mesmo no punho do bebé, e reservam-se para as saídas sem o pequeno.

Resistência à rutura

Um fio fino parte-se sob o puxão do bebé, e um elo partido e um pendente pequeno são perigosos. Se usas fio com o bebé por perto, escolhe uma malha cerrada que aguente o puxão, não uma teia de aranha. A malha tipo âncora ou grumeta é mais resistente do que a trabalhada.

Um fecho fiável

Um fecho fraco é o ponto fraco de toda a construção. O fecho de mosquetão e o de mola são mais fiáveis do que um simples gancho. Verifica que o fio não se abre com um engate acidental, porque senão vai acabar nas mãos, e depois na boca, do bebé.

Higiene das joias que o bebé leva à boca

Como o bebé estuda o teu colar com a boca, este passa a ser um objeto de higiene, tal como a chupeta ou o mordedor.

De quanto em quanto tempo limpar mordedores e colares de amamentação

Os mordedores e os colares de amamentação lavam-se com regularidade, seguindo o princípio dos brinquedos infantis que tocam a boca. Os elementos de silicone lavam-se com facilidade com água morna e um sabão suave, e depois secam-se bem. As contas de madeira não toleram a água: limpam-se com um toalhete húmido e secam-se logo, sem as demolhar. As partes de tecido lavam-se conforme se sujam. A norma é simples: se o colar passou o dia na boca do bebé, à noite convém limpá-lo, e de poucos em poucos dias lavá-lo a fundo. Na época das constipações e durante o nascer dos dentes, quando há especialmente muita saliva, limpa-se mais vezes. Os mordedores de madeira não se podem ferver nem deixar em água: a madeira incha, fende-se e começa a lascar, e isso já é perigoso. O silicone, pelo contrário, tolera esse tratamento sem problema, mas também basta lavá-lo com sabão, sem produtos agressivos.

Com que lavar e com que não

A química agressiva, o álcool em grandes quantidades, os produtos perfumados num mordedor estão a mais: tudo isso vai acabar na boca do bebé. Basta água morna e um sabão suave. Depois da lavagem, enxagua bem para que não fique película de sabão.

As joias de metal também exigem cuidado

Os fios e os brincos que o bebé agarra também convém limpá-los mais vezes do que o habitual. Debaixo dos fechos e nos elos acumula-se gordura da pele, que o bebé depois toca com as mãos. Um pano macio e, se for preciso, um toalhete próprio para metal mantêm a joia em ordem.

Onde guardá-las para as ter à mão e longe do bebé

Convém ter o conjunto diário da mãe a amamentar à parte do guarda-joias de gala: um par de brincos de pressão lisos, um fio curto resistente, colares de amamentação limpos. Assim não é preciso remexer de cada vez nem decidir o que é seguro. É melhor guardar estas peças onde seja fácil apanhá-las, mas aonde não chegue a criança já crescida: uma prateleira alta, uma caixa fechada. O bebé que já gatinha e se põe de pé encontra os brincos deixados na mesinha antes de te virares.

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As joias como brinquedo sensorial para o bebé

O colar de amamentação tem um efeito secundário agradável: funciona como brinquedo de estimulação, mesmo à mão nesses minutos em que o bebé está calmo e concentrado.

Texturas e formas

Uma conta de silicone lisa, um anel com relevo, madeira rugosa, tecido macio um ao lado do outro dão à mão e à boca respostas diferentes. O bebé passa as contas, compara, memoriza. É uma estimulação sensorial natural, que não exige um brinquedo à parte.

Cores e contraste

O recém-nascido primeiro distingue o contraste e só depois as cores. Um colar com alternância de escuro e claro, de tons intensos, atrai o olhar e mantém a atenção mais tempo do que um de uma só cor. Para os mais pequenos um par de cores contrastadas funciona melhor do que um arco-íris carregado.

Som e movimento

Alguns colares de amamentação fazem-se com um elemento suave que sussurra ou soa como uma roca. Um som ligeiro ao passar as contas acrescenta outro canal de perceção. O importante é que a peça que soa vá bem fechada dentro da conta e não se possa soltar.

Porque funciona mesmo durante a mamada

Ao peito o bebé está descontraído e concentrado, a atenção dele é estreita e tranquila. É o melhor momento para o estudo silencioso de um objeto: a mão passa a conta, os olhos seguem o contraste, as gengivas provam a textura. O colar de amamentação fica à mão mesmo quando o pequeno está pronto para o explorar, e não pede à mãe nada para além do que já faz. Um brinquedo que anda sempre contigo e não cai ao chão vale muito no primeiro ano.

Joias junto do bebé: o que é seguro e o que pôr de parte
JoiaO riscoO que fazerSegurança
Brincos de pressão curtosO bebé pode agarrá-lo e puxarAjuste firme, fecho seguro, metal inerte
Colares de porta-bebés e mordedoresSó de material fiável e cordão resistenteSilicone, madeira, tecido; usa-os a mãe, não o bebé
Anel liso sem pedrasQuase não arranha, acumula humidade por baixoTirar ao lavar as mãos e dar banho ao bebé
Fio curto resistenteA malha fina parte-se ao puxarMalha cerrada, fecho seguro, acima da zona das mãos
Anel com pedra altaO bordo e as garras arranham a pele do bebéPôr de parte na fase ativa, trocar por uma aliança lisa
Brincos pendentes e argolas grandesBaloiçam junto da mão, rasgam o lóbulo ao puxarTirar até abrandar o contacto próximo, usar para sair
Bijutaria barata de composição duvidosaChumbo, cádmio, tinta que lasca junto da bocaNão usar junto de um bebé que leva tudo à boca

Presente para a mãe a amamentar: o que é acertado e seguro

Os próximos muitas vezes querem alegrar a mãe recente, mas oferecem ou algo para o bebé, ou algo que ela não vai poder usar junto do pequeno. Vejamos o que dá no alvo.

Colares de amamentação e mordedores como presente prático

Um bom colar de amamentação de material comprovado é um presente pouco comum que à mãe vai servir mesmo todos os dias. É uma coisa para ela, não para o bebé, e ao mesmo tempo funciona nas mãos partilhadas dos dois. Uma opção à prova de falhas se queres oferecer algo com sentido.

Uma joia que vai esperar

Um fio bonito, uns brincos de gota, um anel com pedra são um presente lindo, mas sejamos sinceros: a mãe vai poder usá-lo mais adiante, quando o bebé crescer. É um presente-promessa, um símbolo do regresso a uma mesma. O tema da joia comemorativa pelo nascimento do bebé abordamos no artigo sobre a joia para a mãe recente.

Apostas seguras para todos os gostos

Se tens dúvidas, escolhe o que a mãe vai poder usar tanto agora como depois. Brincos de pressão curtos de metal inerte, um anel liso sem pedras afiadas, um fio resistente de comprimento médio com fecho fiável. Essas peças não terão de ser guardadas um ano: encaixam na vida com um bebé e continuam em uso depois. Uma gravação com a data de nascimento ou o nome do bebé transforma uma joia simples numa peça com recordação, sem acrescentar arestas nem peças pequenas.

O que é melhor não oferecer

Os brincos pendentes compridos, os fios finos tipo teia de aranha, os anéis com pedras afiadas não convêm agora à mãe a amamentar, por muito bonitos que sejam. A bijutaria barata de composição desconhecida, ainda menos: tudo isso vai acabar ao alcance do bebé. E não convém oferecer joias infantis em vez das da mãe: é a celebração dela, e o presente deve ser para ela, não mais uma coisa para o pequeno.

Mitos sobre as joias e a amamentação

À volta da amamentação há muitas superstições, e as joias não escaparam. Vamos vê-lo sem misticismo e sem conselhos médicos.

A prata ou o metal influenciam o leite?

Não. Uma joia no pescoço, na orelha ou no dedo não tem nada que ver com a produção nem com a composição do leite. O leite é fisiologia, não magia do metal. Um fio de prata não faz com que haja mais ou menos leite, um anel de cobre não muda o seu sabor. Qualquer afirmação desse tipo é folclore, não um facto.

É preciso tirar todo o ouro durante a amamentação?

Não é preciso. O ouro de boa pureza é inerte e seguro em contacto com a pele. Não se tira pelo metal, mas pela mecânica: para que o bebé não arranque o brinco e não se arranhe com a aresta do anel. Uma joia de ouro lisa e sem elementos afiados fica tranquilamente na mãe.

A amamentação estraga uma joia pela energia?

Isso é terreno de crenças, não de factos. Não há nenhum mecanismo energético confirmado pelo qual um colar ou um anel influenciem a amamentação. Se a joia alegra uma mãe cansada, isso é bom por si só, e não é preciso mais justificação.

Joias e amamentação: verdades e mitos
A prata ou o metal na mãe afeta o leite materno
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É preciso tirar todo o ouro durante a amamentação
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O colar de porta-bebés pode pôr-se ao bebé como enfeite
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A mãe a amamentar está mais segura sem joias
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Os mordedores devem ferver-se como chupetas e biberões
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Quando se pode voltar às joias de sempre

A boa notícia: as limitações são temporárias. Não estão ligadas ao facto em si da amamentação, mas à idade e ao comportamento do bebé.

Guia-te pelo comportamento do bebé, não pelo calendário

Não há uma data certa. Guia-te por como o bebé se comporta. Enquanto levar tudo à boca ativamente e agarrar com força de ferro (mais ou menos até ao ano ou ano e meio), a prudência faz sentido. Quando o pequeno começa a perceber a palavra «não», leva os objetos à boca com menos frequência e é mais cuidadoso com o pescoço da mãe, podem ir-se recuperando pouco a pouco os brincos e fios preferidos.

Volta de forma gradual

Não é preciso esperar por uma data concreta para pôr tudo de uma vez. Primeiro voltam os brincos de pressão curtos, depois um fio de comprimento médio, mais tarde os brincos pendentes para sair sem o bebé. Para encontros, festas e convívios sem o pequeno podes pôr o que quiseres já: a limitação só afeta o tempo de contacto próximo.

A fase da amamentação é uma pausa, não uma renúncia

O guarda-joias de sempre não foi a lado nenhum. Os meses junto do bebé são uma pausa curta na escala de vida de uma joia. Um anel com pedra, uns brincos compridos, um fio fino esperarão o seu momento, e entretanto o papel deles assumem-no os modelos lisos simples e os colares de amamentação.

O regresso a uma mesma através de uma joia

Para muitas mães o primeiro brinco comprido ou o anel preferido, posto de novo sem olhar para a mão do bebé, torna-se um pequeno símbolo. É um sinal de que a fase intensa de bebé fica para trás, de que apareceu tempo para uma mesma, de que a mulher volta a sentir-se não só mãe. Por isso uma joia guardada durante a amamentação regressa muitas vezes com um significado especial, como marca de uma etapa superada. Nesse sentido a pausa trabalha a favor da joia: espera o seu regresso e recebe-o não como um objeto qualquer, mas como sinal de um novo começo.

Factos que surpreendem

Algumas coisas sobre as joias e a maternidade em que raramente se pensa.

Os colares de amamentação não se inventaram por beleza, mas por defesa própria. A ideia nasceu das próprias mães, cansadas de que os filhos lhes arrancassem os brincos e lhes enrolassem os fios no punho. Um objeto cómodo para a mão do bebé revelou-se a solução, e o decorativo veio depois.

O agarrar do recém-nascido vem-nos de uns antepassados que se seguravam ao pelo da mãe. A força com que o bebé aperta o dedo da mãe ou o fio é herança evolutiva: as crias de primata agarravam-se à mãe para não cair. O teu brinco simplesmente calhou debaixo de um reflexo ancestral.

Em diferentes culturas ofereciam-se precisamente joias às mães depois do parto. Pendentes de ouro na Índia, pulseiras de prata no Médio Oriente, colares especiais em várias tradições africanas. A ideia de marcar a maternidade com algo que se use e duradouro é muito mais antiga do que os presentes atuais.

O recém-nascido vê o mundo quase a preto e branco. A visão da cor desenvolve-se aos poucos, por isso um colar contrastado atrai o bebé mais do que um pastel suave. Aquilo que a um adulto parece uma combinação aborrecida de preto e branco, para o pequeno é o mais visível.

O silicone chegou aos produtos infantis vindo da medicina e da técnica de altas exigências. Antes de se tornar material de mordedores, ganhou o seu lugar onde importam a inércia e a resistência à esterilização. Por isso tolera tão bem a boca do bebé e a lavagem constante.

O zimbro para os mordedores não se escolheu por acaso. Esta madeira é densa, não dá farpas e tem uma resistência natural à humidade e aos micróbios, por isso os mordedores de madeira fazem-se muitas vezes precisamente dela. A madeira é um material vivo, e cada conta difere um pouco no desenho, o que dá individualidade ao mordedor.

O costume de tirar o anel antes de dormir e da mamada é mais antigo do que qualquer recomendação de higiene. Durante séculos as mulheres punham de parte os anéis durante as tarefas de casa e o cuidado do bebé simplesmente por praticidade, para não se prenderem nem arranharem. A higiene moderna só confirmou o que as avós faziam por experiência.

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Perguntas frequentes

A mãe a amamentar pode usar brincos? Sim, de preferência brincos de pressão curtos com fecho fiável de material inerte (titânio, aço cirúrgico, ouro de boa pureza). Os brincos pendentes e as argolas grandes nas orelhas convém pô-los de parte durante a fase de agarrar ativo: o bebé ao peito agarra-se a eles com facilidade.

O que é um colar de amamentação e para que serve? É um colar que a mãe usa e que o bebé estuda com as mãos e a boca. Ocupa a mão livre do pequeno durante a mamada, dá uma superfície segura às gengivas quando nascem os dentes e funciona como brinquedo sensorial. Fazem-se de silicone de grau alimentar, madeira segura e tecido.

É seguro pôr o colar de amamentação ao bebé? Não. O colar de amamentação fica na mãe. Qualquer cordão no pescoço do bebé é perigoso, e não se pode deixar o pequeno sozinho com o colar. O bebé explora-o enquanto está ao colo do adulto.

A prata ou o metal influenciam o leite materno? Não. As joias não têm nada que ver com a produção nem com a composição do leite. É fisiologia, não uma propriedade do metal. As joias tiram-se não pela sua influência na amamentação, mas por segurança para o bebé.

É preciso tirar o anel durante a mamada? De forma permanente não, mas os anéis com arestas afiadas e pedras altas arranham a pele delicada do bebé, por isso muitas vezes trocam-se por uma aliança lisa. Tirar o anel ao lavar as mãos e ao dar banho ao bebé é bom para a higiene e para ter menos arranhões.

De que material escolher um colar mordedor? De silicone de grau alimentar (lavável, macio, inerte), de madeira segura sem verniz nem tinta ou de tecido. O importante é que na composição não haja chumbo, cádmio nem tinta tóxica, já que o bebé leva o colar à boca.

De quanto em quanto tempo lavar o colar de amamentação? Com regularidade, como os brinquedos infantis para a boca. O silicone lava-se com água morna e um sabão suave e seca-se bem, a madeira limpa-se com um toalhete húmido sem demolhar, o tecido lava-se conforme se suja. Não se usam química agressiva nem perfumes.

Quando se pode voltar às joias de sempre? Quando o bebé deixa de levar tudo à boca ativamente e de agarrar com força de ferro, normalmente depois do ano ou ano e meio; a data exata depende do comportamento do pequeno. Convém voltar aos poucos: primeiro brincos de pressão curtos, depois fios, mais tarde brincos pendentes. Para as saídas sem o bebé não há limitações já.

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Em resumo

As joias da mãe a amamentar escolhem-se por uma só regra: o que está junto do bebé deve ser seguro. Os brincos pendentes e os fios finos dão o seu lugar aos brincos de pressão curtos e aos elos resistentes, os anéis com pedras à aliança lisa, e o papel de brinquedo para a mão do bebé assumem-no os colares de amamentação de silicone, madeira e tecido. O material deve ser inerte e sem química tóxica, porque o bebé estuda tudo com a boca. As joias não influenciam em nada o leite, é um mito. E o principal: as limitações são temporárias, o guarda-joias de sempre vai esperar que o bebé cresça.

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Sobre a Zevira

A Zevira é uma marca espanhola de Albacete, cidade com longa tradição na arte do metal. Gostamos de peças com carácter e ao mesmo tempo claras no dia a dia: metais inertes sem níquel, formas limpas, simbologia com história. Se procuras uma joia para uma fase especial, dá uma vista de olhos ao artigo sobre as joias durante a gravidez, e sobre o metal seguro para a pele conta-te a comparação entre aço, latão e prata.

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