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Brincos candelabro e brincos cascata: andares de luz junto ao rosto

Brincos candelabro e brincos cascata: andares de luz junto ao rosto

Os brincos candelabro devem o nome à semelhança directa com um lustre de vários andares, e floresceram na mesma época sumptuosa que os próprios lustres de tecto, no século XVIII. Várias barras horizontais, de cada uma pende uma fila de pendentes móveis, e ao virar a cabeça toda a estrutura se acende e treme de luz. Uma única forma de brinco, concebida à imagem de um aparelho de iluminação.

Candelabro não é um brinco comprido qualquer nem um pendente qualquer. Candelabro é arquitectura: andares, ramos, filas de elementos oscilantes que apanham a luz a partir de uma dezena de pontos ao mesmo tempo. A cascata funciona de outro modo, derrama-se para baixo em torrente sem andares rígidos. A lágrima pende de um só pendente, o botão assenta no lóbulo. Candelabro e cascata falam de volume, movimento e espectáculo junto ao rosto.

A seguir vemos em que se distingue o candelabro da cascata, do brinco pendente e da borla, de onde vem o nome e como a forma sobreviveu às girândolas do barroco, aos casamentos indianos, ao art déco e ao ecrã de Bollywood. Falamos de a quem fica bem consoante o formato do rosto e o pescoço, de como não forçar o lóbulo com o peso, com que penteados e decotes o usar, para que ocasiões o reservar e como escolher o par para uma noiva. E, claro, uma secção à parte com factos que surpreendem.

Que brinco por andares é o seu?
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Onde vai usar este brinco a maioria das vezes?

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O que são os brincos candelabro e em que se distinguem dos cascata, dos pendentes e das borlas

A expressão "brinco pendente" é um conceito genérico amplo. Cabe lá dentro tudo o que pende por baixo do lóbulo: a lágrima de um só pendente, a borla de fios, a cascata e o candelabro. Por isso chamar ao candelabro simplesmente "pendente" é tecnicamente correcto, mas equivale a chamar "árvore" a um carvalho. O nome exacto ajuda a perceber como a joia se comporta junto ao rosto e para que ocasião serve. O mapa geral de todos os tipos de brincos abrimo-lo no guia de tipos de brincos e formato de rosto; aqui tratamos apenas do ramo de andares e do de cascata.

Brinco candelabro: arquitectura por andares

O traço principal do candelabro são as barras ou arcos horizontais dispostos por andares, um sob o outro, e de cada andar pende uma fila de pendentes móveis. O ponto superior fixa-se no lóbulo, depois abre-se para baixo, e a silhueta geral resulta triangular ou em leque, estreita em cima e larga em baixo. Os pendentes oscilam em vários eixos ao mesmo tempo, por isso, ao mover a cabeça, o candelabro cintila como um lustre de tecto numa corrente de ar, em vez de baloiçar em silêncio numa só linha.

O tamanho do candelabro é notável. O mais habitual é que o comprimento comece por volta dos quarenta milímetros para cima, e a largura do andar inferior chega a ultrapassar o próprio lóbulo. É uma joia que se vê de uma ponta à outra da sala, e foi criada de propósito para que a notem.

Brinco cascata: torrente para baixo sem andares

A cascata constrói-se com outro princípio. Aqui não há barras horizontais rígidas, os elementos derramam-se para baixo num fluxo livre, como uma pequena queda de água. A palavra "cascata" significa precisamente isso, uma queda escalonada da água. Correntes de comprimentos diferentes, uma fila de pedras, fios de pérolas, pendentes que descem uns atrás dos outros, tudo isto cria a sensação de um movimento que flui, em vez de uma grade por andares.

A fronteira é ténue, e nos casos-limite um mesmo brinco é ao mesmo tempo uma coisa e a outra. Se na joia se leem níveis horizontais claros, está mais perto do candelabro. Se os elementos fluem para baixo sem degraus, num só rasto, é cascata. A cascata costuma ser mais suave e móvel, o candelabro mais faustoso e geométrico.

Em que se distinguem o candelabro e a cascata da lágrima e da borla

A lágrima é um só pendente por baixo do lóbulo, com uns dez a trinta milímetros de comprimento, com um baloiçar mínimo. Discreta, asseada, de todos os dias. A análise detalhada desta forma está no artigo sobre os brincos de gota. O candelabro distingue-se da lágrima pelos seus vários andares e pelo seu forte movimento: onde a lágrima traça uma só linha vertical, o candelabro abre todo um leque.

A borla vai por sua conta. É um molho de fios soltos, correntes ou fibras de seda reunidos num ponto e pendurados numa "cauda" uniforme. A borla também flui e baloiça, mas sem andares e sem se abrir em leque: é uma torrente de fios iguais que saem de um mesmo vértice. A cascata distingue-se da borla porque nela os elementos são de comprimentos diferentes e muitas vezes de tipos diferentes, descem por degraus e não pendem num molho parelho.

Onde está a fronteira com os passantes e os jackets

Junto ao candelabro e à cascata aparecem muitas vezes duas formas vizinhas fáceis de confundir. O passante é uma corrente fina passada de lado a lado através do furo, de modo que uma das pontas pende à frente e a outra atrás; não tem andares nem leque, apenas um fio livre. O jacket (um brinco de duas peças: o botão à frente e um pendente removível que se monta na haste, por trás do lóbulo) também dá um pendente, mas estritamente com uma só peça sob o lóbulo. A cascata distingue-se do passante porque nela vários elementos de comprimentos diferentes descem por degraus, em vez de um só fio passante. Do jacket, a cascata e o candelabro distinguem-se pela sua multiplicidade de elementos e pelo seu movimento: o jacket pendura um só pendente asseado, o candelabro abre toda uma grade.

Em resumo: o botão é estático, a lágrima é dinâmica com moderação, a cascata flui, a borla baloiça em molho, o passante pende de um só fio, o jacket pendura um só pendente sob o lóbulo, e o candelabro abre-se por andares e cintila mais do que qualquer outro. É essa diferença que decide que brinco pôr e para quê.

De onde vem o nome e como o candelabro atravessou os séculos

O candelabro é uma dessas formas de joia cujo nome chega de um terreno completamente diferente. O brinco foi baptizado em honra de um aparelho de iluminação, e não foi por acaso: ambas as coisas nasceram de uma mesma ideia, apanhar e multiplicar a luz com uma multidão de pendentes de cristal.

A girândola: a antepassada barroca

O antepassado directo do candelabro é o brinco girândola, cujo apogeu se situa nos séculos XVII e XVIII. A girândola (palavra francesa que designava ao mesmo tempo um roda de fogo-de-artifício e um candelabro ramificado) significava, na joalharia, um brinco de esquema estrito: um elemento superior grande, "laço" ou roseta, por baixo um elo de ligação, e em baixo três pendentes, o central mais comprido e os dois laterais mais curtos. Resultava num leque simétrico de três lágrimas, que repetia o contorno de um candelabro de mesa com três velas.

As girândolas usaram-se nas cortes de Luís XIV e Luís XV. Faziam-se de prata com talhe em rosa de diamante, de topázios, de cristal de rocha, e numa sala nocturna, à luz das velas, cintilavam tal e qual os candelabros verdadeiros sobre as mesas. Daí a lógica: o brinco imitava a fonte de luz que o iluminava, e duplicava o seu brilho junto ao rosto da mulher.

Oriente: a Índia e o Próximo Oriente

Par de brincos de ouro com pendente de lótus e conta, Java medieval
Par de brincos de ouro com pendente de lótus e conta, Java medieval (séculos VIII a XII). O Oriente amou cedo o pesado brinco pendente que baloiça a cada movimento.Pair of Earrings with Lotus Drop and Bead, 8th-12th century. The Metropolitan Museum of Art, Open Access (CC0 1.0)

Em paralelo com o barroco europeu, uma riquíssima tradição de brincos por andares vivia no Oriente. Na Índia os brincos pendentes de vários níveis faziam parte do enxoval nupcial e do adorno de templo muito antes de Versalhes inventar a girândola. Faziam-se de ouro de alto toque, enfiavam-se com pérolas, rubis e esmeraldas, e completavam-se com pequenos pendentes que tilintavam ao mover-se. Parte do peso destes brincos passava para uma corrente fina presa atrás da orelha no penteado, para que o lóbulo não sofresse, e desse recurso voltaremos a falar na secção sobre o peso.

No Próximo Oriente e no norte de África os brincos por andares e em cascata de ouro e prata, com pendentes de moedas e turquesa, eram ao mesmo tempo adorno e dote portátil, um capital que a mulher levava consigo. O tilintar dos pendentes ao andar era considerado parte do conjunto, não um efeito secundário.

Art déco: geometria e linha comprida

Nos anos vinte do século XX o candelabro viveu um novo apogeu com o estilo art déco. Os cortes de cabelo à garçonne e o pescoço descoberto daquela época pediam a gritos uma comprida vertical junto ao rosto, e o brinco respondeu. O art déco deu ao candelabro uma geometria estrita: andares escalonados, linhas nítidas, o contraste do brilho do diamante com a cor profunda da esmeralda, da safira, do ónix e do coral. A platina permitia fazer uma grade rendilhada, quase de renda, que segurava as pedras sobre finas pontes. Era um candelabro arranha-céus, vertical, gráfico, fulgurante.

Bollywood e o regresso da imagem oriental

No cinema da Índia os brincos por andares e em cascata tornaram-se a assinatura visual da imagem festiva, nupcial e de dança. Os pesados candelabros de ouro com pérolas e pedras de cor, cintilando em plano a cada movimento de baile, consolidaram para esta forma o seu estatuto de joia de celebração e de palco. O ecrã de Bollywood devolveu a moda do grande candelabro oriental muito para lá da Índia e ainda hoje alimenta toda uma corrente de estilo festivo.

O regresso ao armário de hoje

Hoje o candelabro e a cascata voltaram em duas versões ao mesmo tempo. A primeira é a clássica de noite: um brinco faustoso e cintilante para a celebração, o casamento, o palco, a saída especial. A segunda é a versão leve de todos os dias: uma cascata leve de correntes finas, pérolas miúdas ou cristal de cor, que se usa com calças de ganga e o cabelo apanhado só pelo gosto do movimento e do brilho. Uma forma nascida do candelabro barroco chegou tranquilamente a uma época em que nos quartos brilham lâmpadas eléctricas e o candelabro nas orelhas se leva tanto a um casamento como a um passeio.

O candelabro é a prima donna da orelha. Fora o colar, o cabelo apanhado, e nem se lembre de o esconder sob uma gola alta.
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Para que ocasião são os brincos?

Com que penteados e decotes usar os brincos candelabro

Ando há anos a pendurar candelabros em noivas, apresentadoras e modelos, e tudo se resume a uma coisa: o candelabro quer palco, não um fundo de flores. Aqui vai o que de facto funciona junto ao rosto.

Com que penteado usar um candelabro? Recomendo o cabelo apanhado para cima ou para trás: carrapito alto, rabo de cavalo liso, apanhado tipo banana. Assim o brinco vê-se inteiro, desde a barra superior até ao andar mais baixo, e baloiça com liberdade. As madeixas soltas tapam os pendentes e apagam o movimento, por isso ou apanho o cabelo ou o afasto para um lado.

Que decote combina com o candelabro? Aconselho pescoço e ombros descobertos: decote barco, tomara-que-caia, decote fundo, ombros de fora. Sobre um fundo limpo o leque do brinco lê-se até baixo. Uma gola alta ou uma camisola de gola alta discutem com o candelabro e este esbarra no tecido. Por baixo de uma parte de cima fechada escolho uma cascata gráfica que se leia pela linha, não um candelabro faustoso de vários andares.

E se levo o cabelo solto? Então recorro a uma cascata leve e comprida em vez de um candelabro pleno. Um fio fino de correntes ou pérolas miúdas espreita entre as madeixas e traz movimento. A única coisa que importa: o bordo inferior da cascata tem de descer bem abaixo da linha do cabelo, ou perde-se.

O que ponho ao pescoço com um candelabro? Quase nada. O candelabro é o solista, e um colar grande ao seu lado luta pela mesma atenção, por isso perdem os dois. Deixo o pescoço livre ou uso uma corrente fina e discreta. Se o colar for obrigatório, escolha um candelabro mais simples e um colar mais suave.

Como evito sobrecarregar o visual? Mantenho um só acento. Se o candelabro vai nas orelhas, o vestido fica sóbrio e as mãos tranquilas: um anel, uma pulseira fina. Levo a maquilhagem aos lábios ou a um tom uniforme, ou a parte de cima do rosto afoga-se em brilho. O candelabro soa a todo o volume só onde tudo o resto se cala.

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A quem ficam bem os brincos candelabro consoante o formato do rosto e o tipo de pescoço

O brinco junto ao rosto funciona como a moldura de um quadro: marca a direcção do olhar e discute ou concorda com as linhas naturais. O candelabro e a cascata são formas fortes e chamativas, por isso aqui as regras notam-se com mais força do que com um botão discreto. A mecânica geral de escolher joias consoante os traços do rosto analisamo-la no artigo sobre joias por formato de rosto; a seguir tratamos apenas do brinco por andares e em cascata.

Rosto redondo: o candelabro estiliza

Ao rosto redondo o candelabro e a cascata ficam-lhe bem quase melhor do que a qualquer outro. A forma vertical, que se estreita para baixo, quebra a redondez das faces e acrescenta comprimento ao rosto, leva o olhar para baixo e estica o oval visualmente. Funcionam melhor os candelabros alongados e estreitos, de vertical marcada, do que os leques largos. A cascata de correntes escalonadas também assenta bem: a torrente para baixo afina.

Rosto quadrado: a cascata suaviza os ângulos

Ao rosto quadrado e rectangular, de maxilar marcado, assentam os brincos com elementos arredondados e fluidos. A cascata de curvas suaves, o candelabro com pendentes ovais ou de gota suavizam os ângulos duros do maxilar e acrescentam doçura. Convém evitar a geometria dura com ângulos rectos no próprio brinco, porque sublinha a angulosidade do rosto em vez de a equilibrar.

Rosto em coração: equilíbrio para baixo

O rosto em coração tem maçãs do rosto largas e queixo estreito. Aqui assenta bem o candelabro que se alarga para baixo: o andar inferior largo acrescenta volume na zona do queixo e equilibra a parte de cima larga. Resulta num equilíbrio visual, o triângulo invertido do rosto encontra-se com o leque do brinco que se abre para baixo.

Rosto comprido e oval: cuidado com o comprimento

Em contrapartida, com o rosto comprido e alongado há que lidar com o candelabro com cuidado. Um brinco vertical muito comprido alonga o oval já de si comprido, e o rosto estica-se ainda mais. Se o rosto é comprido, convém um candelabro mais curto e largo, com o acento no volume horizontal dos andares e não no comprimento. Uma cascata arredondada e em leque acrescenta largura e equilibra a vertical. O rosto oval é o que tem mais sorte: fica-lhe bem quase qualquer forma, pode escolher-se consoante a ocasião e a disposição.

Tipo de pescoço: o comprimento do pescoço decide muito

O pescoço não importa menos do que o formato do rosto. Um pescoço comprido e fino dá espaço ao candelabro: a joia pende com beleza, não esbarra em nada, o comprimento lê-se com elegância. Ao pescoço curto o candelabro muito comprido está contra-indicado: encurta ainda mais visualmente a distância do queixo aos ombros e "come" o pescoço. Ao pescoço curto assenta melhor um candelabro compacto que termine acima da linha do maxilar, ou uma cascata asseada de comprimento médio. A regra principal é simples: quanto mais curto o pescoço, mais alto deve terminar o brinco.

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Comprimento e peso: conforto do lóbulo e saúde da orelha

O candelabro é a categoria mais pesada entre os brincos pendentes, por isso aqui o peso não é um pormenor cosmético, mas uma questão de saúde da orelha. Um brinco bonito que em duas horas transforma o lóbulo num ponto ardente não serve para ocasião nenhuma.

Como o comprimento muda o visual

O comprimento do candelabro marca o volume do visual. Um candelabro curto, que termina na linha do maxilar, resulta vistoso mas contido, pode usar-se até de dia. Um médio, até meio do pescoço, já é um acento de noite marcado. Um comprido, até ao ombro, é uma joia-espectáculo de pleno direito para o palco, o casamento, a saída solene. Quanto mais comprido o brinco, menos deve haver de tudo o resto no visual, ou o quadro sobrecarrega-se.

O peso e o lóbulo esticado

O principal risco de um candelabro pesado é o esticar do lóbulo. A pele e o tecido do lóbulo são elásticos, mas não de forma ilimitada: o uso constante de brincos pesados ano após ano alonga o furo, o orifício estica-se em fenda e, em casos extremos, pode rasgar-se. É especialmente vulnerável o lóbulo fino e o furo velho e já dado de si.

Várias regras reduzem o risco quase a zero. Para o uso de todos os dias escolha candelabros leves: metal rendilhado, elementos ocos, pedras leves como o cristal e o vidro em vez de gemas densas. Reserve o candelabro pesado e precioso para serões concretos, não o use dias inteiros. Um fecho de alavanca bem ajustado é mais seguro do que um gancho fino: não deixa que o brinco puxe o furo para baixo com todo o seu peso.

Um velho recurso: passar o peso para trás da orelha

Os joalheiros orientais resolveram o problema do peso há séculos. Nos pesados brincos nupciais indianos parte da carga passa para uma corrente fina ou um gancho preso atrás da orelha e fixado no penteado ou no cabelo. Então o lóbulo suporta apenas uma parte do peso, e o resto sustém-no o apoio atrás da orelha. Este recurso continua vivo hoje: muitos candelabros grandes têm uma corrente de apoio adicional. Se pensa usar um candelabro pesado muito tempo, procure um modelo com esse apoio ou de construção muito leve.

Para que ocasiões foram criados os brincos candelabro

O candelabro e a cascata são joias do momento. Têm o seu território, onde soam na perfeição, e há situações em que sobram. Perceber essa fronteira poupa nervos e dinheiro.

A noite e a saída solene

A noite é o elemento natural do candelabro. A luz ténue de um restaurante ou de uma sala, as velas, os candeeiros, tudo isso o brinco apanha e multiplica, como tinha previsto o seu antepassado, o candelabro. Num jantar solene, uma estreia, um aniversário, um serão de fim de ano, um grande candelabro cintilante junto ao rosto fica exactamente como deve: festivo e chamativo.

O casamento e a imagem da noiva

O casamento é um tema à parte e grande, e mais abaixo dedicamos-lhe a sua secção. Em resumo, o candelabro e a cascata são a escolha clássica para a noiva: dão ao rosto um brilho em plano e funcionam com o penteado nupcial apanhado.

A imagem oriental e de dança

Para a imagem oriental, indiana, folclórica ou de palco, o grande candelabro por andares é quase obrigatório. Aqui faz parte do guarda-roupa: ouro, pedras de cor, pérolas, o tilintar dos pendentes ao mover-se. A dança, o palco, a festa temática, tudo isso é território onde o candelabro é necessário, não apenas oportuno.

O palco e a sessão fotográfica

No palco e em plano o candelabro funciona como poucas coisas: lê-se de longe, apanha os focos, treme e cintila a cada volta de cabeça. Artistas, apresentadoras e modelos põem o candelabro precisamente por esse brilho distante e em movimento.

Onde o candelabro sobra

E o reverso: no escritório, numa reunião de trabalho, no desporto, no dia a dia, um grande candelabro é quase sempre excessivo. Para o quotidiano ficam a cascata leve ou o candelabro curto e leve, mas o clássico brinco faustoso de noite fica deslocado num contexto de trabalho diurno. É normal, cada forma tem o seu palco.

Materiais e pedras: com que se arma um candelabro

O candelabro é uma forma generosa, sustenta muitos elementos, e da escolha do material dependem o peso, o carácter e a ocasião. Aqui convém conhecer a paleta, para perceber o que se escolhe exactamente.

Filigrana: renda de metal

Par de brincos de ouro com disco e pendente em forma de barca, obra da Grécia antiga
Par de brincos de ouro com disco e pendente em forma de barca, Grécia (c. 330 a 300 a.C.). O finíssimo granulado e a filigrana mostram que a leveza por andares do metal já era dominada pelos mestres muito antes da girândola barroca.Pair of gold earrings with disk and boat-shaped pendant, ca. 330-300 BCE. The Metropolitan Museum of Art, Open Access (CC0 1.0)

A filigrana (técnica em que o desenho se compõe com fio fino retorcido e diminutas bolinhas de metal, soldando-os numa grade rendilhada) é ideal para o candelabro. Dá um aspecto rico, de renda, com muito pouco peso: a joia parece maciça, mas na verdade é quase sem peso, porque lá dentro há ar e não metal maciço. Os candelabros de filigrana em prata e ouro são um clássico do estilo joalheiro mediterrânico, oriental e ibérico, leve e ao mesmo tempo vistoso.

Cristal e vidro: luz por pouco dinheiro

O cristal e o vidro talhado são a via mais directa para conseguir esse mesmo efeito de lustre de tecto. Os pendentes talhados quebram a luz em chispas, dão um brilho forte e ao mesmo tempo pesam pouco e custam pouco. O candelabro de cristal é uma entrada leve na categoria: brilho máximo, peso reduzido, o lóbulo não sofre. Se o que quer é justamente o leque cintilante para cada festa sem investir em pedras preciosas, o cristal é uma escolha honesta.

Pérola: um resplendor suave

A pérola dá ao candelabro outra disposição, não de chispa, mas suave, nacarada, quente. Uma cascata de pérolas miúdas flui para baixo com uma luz tranquila, sem reflexos bruscos. O candelabro de pérola resulta mais nobre e silencioso do que o de cristal cintilante, por isso escolhem-no muitas vezes as noivas e as amantes do clássico contido. Mais sobre os tipos e a escolha da pérola no guia completo de pérolas. A pérola, além disso, é mais leve do que muitas gemas, o que para um brinco grande é uma vantagem.

Pedras de cor: cor e profundidade

As pedras de cor dão ao candelabro cor e carácter. O verde da esmeralda, o azul da safira, o vermelho do rubi e da granada, o quartzo fumado e dourado, o vidro de cor, tudo isto transforma o brinco de simplesmente cintilante num com cor, a condizer com o traje e a disposição. O art déco construía os seus candelabros precisamente sobre o contraste do brilho incolor e da cor intensa. As gemas densas pesam mais do que o cristal, por isso o grande candelabro de cor é melhor fazê-lo sobre uma base rendilhada e leve.

Esmalte: pintura sobre metal

O esmalte (revestimento vítreo que se funde sobre o metal e se cozem, dando uma camada de cor resistente) acrescenta ao candelabro um ar pictórico. Flores de esmalte, penas de pavão, ornamentos orientais nos andares do brinco dão uma cor profunda e uniforme que não desbota. O esmalte é especialmente bom na imagem oriental e folclórica, onde o candelabro já está pensado vistoso e garrido.

A base: prata, ouro e banho de ouro

Par de brincos de ouro de disco com figuras pendentes de Erotes, Grécia helenística
Par de brincos de ouro de disco com figuras pendentes de Erotes, Grécia helenística (séculos III a II a.C.). O ouro puro mantinha a forma do pendente e continuava leve no lóbulo, o mesmo ouro está na base do candelabro actual.Pair of gold disk earrings with pendant Erotes, 3rd-2nd century BCE. The Metropolitan Museum of Art, Open Access (CC0 1.0)

Por baixo das pedras e do esmalte o candelabro tem sempre uma base metálica, e dela dependem o peso, a durabilidade e o preço. A prata é leve, de um tom nobremente frio, sustenta bem o rendilhado e a filigrana, mas escurece com o tempo e exige uma guarda seca e polimento. O ouro pesa mais, por isso o grande candelabro de ouro é razoável fazê-lo sobre uma base rendilhada e não maciça, ou o brinco ganha peso e carrega o lóbulo. A prata com banho de ouro é um meio-termo: aspecto de ouro com o peso e o preço da prata, só há que cuidar do banho contra o atrito e a química agressiva, para que a camada de ouro aguente mais. Para o uso diário de um candelabro grande, uma base leve e rendilhada de prata ou com banho de ouro é quase sempre mais cómoda do que uma maciça e fundida.

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Como equilibrar o visual: o candelabro é solista

O principal erro com o candelabro é a sobrecarga. O brinco já é ruidoso, em leque, em movimento, por isso o visual à sua volta deve afastar-se e dar-lhe palco. A lei é uma: o candelabro é solista, tudo o resto é acompanhamento.

O mínimo no pescoço

Se nas orelhas leva um candelabro, o pescoço fica livre ou quase livre. Nada de um colar grande: dois objectos cintilantes junto ao rosto lutam pela atenção, e perdem os dois. No melhor dos casos, no pescoço uma corrente fina e imperceptível ou, directamente, nada. O pescoço descoberto, além disso, dá ao candelabro esse fundo limpo de que falávamos acima. Se lhe apetece muito um colar, escolha um candelabro mais simples ou uma cascata mais tranquila, e faça o colar fino e silencioso.

Mãos sossegadas e maquilhagem de olhos contida

Como o candelabro leva o olhar ao rosto e às orelhas, o resto convém atenuar. As pulseiras maciças e os anéis grandes em ambas as mãos levam parte da atenção, por isso as mãos mantêm-se sóbrias: um anel, uma pulseira fina, nada mais. Com a maquilhagem funciona o mesmo equilíbrio: se os brincos cintilam e brilham, o acento nos lábios ou um tom uniforme é mais adequado do que uma maquilhagem de olhos carregada e brilhante, ou a parte de cima do rosto sobrecarrega-se de brilho.

Um só acento no visual

A regra universal dos estilistas funciona também aqui: no visual, um só acento principal. Se escolheu o candelabro, é ele esse acento. Vestido de corte simples, penteado liso, o mínimo de outras joias, e o brinco soa a plena potência. Um vestido rico e bordado mais um grande candelabro mais um colar mais pulseiras já não é um visual, é uma montra.

Candelabro, cascata, gota e borla: em que se distinguem
FormaComo éQuando usarVolume e movimento
CandelabroAndares de barras, filas de pendentes, lequeCelebração, palco, noite, casamento
CascataQueda sem andares, degraus de comprimentos diferentesTodos os dias, cidade, com o cabelo solto
GotaUm só pendente sob o lóbulo, leve baloiçarTodos os dias, escritório, serão tranquilo
BorlaMolho de fios iguais de um ponto, sem lequeNoite, festa, visual expressivo

Brincos candelabro para a noiva

O casamento é talvez a principal ocasião para o candelabro de toda uma vida, por isso merece uma análise à parte. Aqui junta-se tudo: a solenidade do momento, o penteado apanhado, a sessão fotográfica em primeiro plano e a vontade de brilhar.

Porque é que o candelabro fica bem à noiva

O penteado nupcial vai quase sempre apanhado: carrapito, caracóis para cima, véu, rosto e pescoço descobertos. É o fundo ideal para o candelabro, o brinco vê-se completo e rende ao máximo. Num plano aproximado, um candelabro de pérola cintilante ou de luz suave dá ao rosto um brilho, anima a fotografia, apanha a luz do flash e dos focos. Não é por acaso que o candelabro e a cascata se mantêm no clássico nupcial há mais de um século.

Como o escolher consoante o traje e o penteado

Se o vestido é rico, bordado, com abundância de pormenores no decote, escolha um candelabro mais sóbrio: limpo, não demasiado largo, para que não discuta com o traje. Se o vestido é de corte simples e sóbrio, pode permitir-se um candelabro faustoso, será a joia principal do visual. Sob o véu e o cabelo apanhado serve quase qualquer comprimento, mas verifique que o andar inferior não se prende no véu nem se enrola nele.

O peso num longo dia de casamento

O dia do casamento é longo: cerimónia, sessão, banquete, baile, horas de pé e com as joias postas. Por isso, para a noiva o peso do candelabro é duplamente crítico. Melhor escolher um candelabro leve (filigrana, cristal, pérola miúda) ou um modelo com corrente de apoio atrás da orelha, do que um brinco bonito mas pesado que para a noite transforma os lóbulos em dois pontos ardentes. Uma beleza impossível de usar até ao fim da festa é má escolha para o dia principal.

Brincos candelabro: verdades e mitos
O brinco candelabro recebeu o nome do lustre de tecto, não ao contrário
Toque para ver
Um candelabro é um brinco comprido e pendente qualquer
Toque para ver
Um candelabro pesado estica o lóbulo de forma inevitável
Toque para ver
Um candelabro muito comprido fica bem a qualquer rosto e pescoço
Toque para ver
Um candelabro grande fica melhor com um colar igualmente grande
Toque para ver

Factos que surpreendem

O candelabro tem séculos de história às costas, e esconde mais coisas raras e curiosas do que parece à primeira vista.

O brinco foi baptizado em honra de um aparelho de iluminação, e não ao contrário. Primeiro apareceram os candelabros e os lustres de tecto de cristal, que apanhavam e multiplicavam a luz das velas, e só depois os joalheiros fizeram o brinco à sua imagem, para que se acendesse igual junto ao rosto numa sala iluminada.

A palavra "girândola", que deu nome à antepassada barroca do candelabro, significava ao mesmo tempo três coisas diferentes: um candelabro ramificado, uma roda de fogo-de-artifício que espalha chispas em círculo, e o próprio brinco. As três uniam-nas uma só ideia, lançar luz ou chispas em leque a partir de um único ponto.

Os joalheiros orientais resolveram o problema do brinco pesado muito antes dos europeus. Parte do peso do grande candelabro indiano passava para uma corrente atrás da orelha presa no penteado, e o lóbulo suportava apenas uma parte da carga. Este recurso foi concebido há séculos, e usa-se até hoje.

O brinco cascata tirou o nome da queda de água. "Cascata" é a queda escalonada da água, e o brinco chama-se assim porque os seus elementos se derramam para baixo em torrente, por degraus de comprimentos diferentes, repetindo o movimento da água pelos degraus.

Nos anos vinte do século XX a moda do corte de cabelo à garçonne criou literalmente a procura do candelabro. O pescoço descoberto e a orelha ao ar pediam uma vertical junto ao rosto, e o comprido candelabro art déco cintilante respondeu a esse pedido com mais exactidão do que qualquer outra joia.

Os brincos pesados eram ao mesmo tempo adorno e capital. No Próximo Oriente e no norte de África os brincos por andares de ouro e prata com moedas serviam de dote portátil: a mulher levava a sua fortuna consigo, nas orelhas e no pescoço, e podia dispor dela por si própria.

Quanto mais comprido tiver o pescoço, mais comprido pode ser o candelabro, e vice-versa. Não é uma regra de gosto, mas geometria de proporções: um brinco comprido num pescoço curto come visualmente a já escassa distância do queixo aos ombros, por isso ao pescoço curto fica bem um candelabro compacto que termine acima da linha do maxilar.

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Cuidado e guarda: para que o candelabro não se enrole

Um brinco de vários andares com uma dezena de pendentes móveis tem um problema de marca: prende-se e enrola-se. Um candelabro atirado para o guarda-joias comum recebe-nos de manhã como um novelo de correntes entrelaçadas e andares dobrados. Um pouco de disciplina na guarda resolve tudo.

Guardar em separado e pendurado

A regra principal: guarde cada candelabro à parte dos outros brincos e, se possível, pendurado ou estendido, para que os andares e os pendentes não se enrolem entre si nem com as joias vizinhas. Serve um organizador com ganchos, células separadas no guarda-joias, saquinhos macios individuais para cada par. O importante é que os elementos móveis pendam livres e não se entrelacem.

Protegê-lo de puxões e enganchos

Ao tirá-lo e pô-lo, faça-o com cuidado: os pendentes prendem-se com facilidade no cabelo, no tecido, num cachecol. Um puxão brusco dobra os andares finos e arranca os elos pequenos. Tire os brincos primeiro, antes mesmo de despir pela cabeça o vestido ou a camisola, assim nada se prende.

Limpeza consoante o material

O candelabro limpa-se consoante o seu material mais delicado. O brinco de pérola e de esmalte não se pode deixar de molho nem esfregar com algo duro: só um pano macio, seco ou algo húmido, sem química agressiva. O metal com pedras talhadas limpa-se com uma escova macia e um pano, chegando aos vãos do rendilhado, onde se acumula o pó. O candelabro de prata salva-o do escurecimento uma guarda seca e um polimento periódico com um pano macio para prata.

Pensar de antemão a viagem e a mala

Para a viagem o candelabro guarda-se de modo que não baile: num estojo rígido ou num saquinho firme, à parte das outras joias. Pendurar cada brinco num bocadinho de tecido ou num cartão com furinhos é um método velho e fiável para levar o candelabro sem nós nem dobras.

Perguntas frequentes

Em que se distinguem os brincos candelabro dos cascata? O candelabro está construído por andares: barras horizontais uma sob a outra, de cada uma pende uma fila de pendentes, a silhueta alarga-se para baixo em leque. A cascata derrama-se para baixo num fluxo livre sem andares rígidos, os elementos descem por degraus de comprimentos diferentes, como uma queda de água. O candelabro é mais faustoso e geométrico, a cascata mais suave e móvel. No limite, um mesmo brinco é ao mesmo tempo uma coisa e a outra.

A quem ficam bem os brincos candelabro consoante o formato do rosto? Sobretudo ao rosto redondo: a forma vertical que se estreita estica o oval e quebra a redondez das faces. Ao rosto quadrado assentam os candelabros com elementos arredondados e fluidos, que suavizam os ângulos do maxilar. Ao rosto em coração fica bem um candelabro que se alarga para baixo. Ao rosto comprido e alongado os candelabros muito compridos estão contra-indicados, ficam-lhe melhor os curtos e largos. Ao rosto oval fica bem quase qualquer forma.

Os brincos candelabro são pesados, não vão esticar o lóbulo? Com um uso razoável, não. Para o quotidiano escolha candelabros leves de metal rendilhado, cristal ou pérola miúda, e reserve os pesados e preciosos para serões concretos. Um fecho de alavanca firme é mais seguro do que um gancho fino. Os modelos grandes têm às vezes uma corrente de apoio atrás da orelha, que passa parte do peso para longe do lóbulo. O uso constante durante anos de brincos muito pesados sim alonga o furo, por isso é importante ter em conta o peso.

Com que penteado usar os brincos candelabro? Com o cabelo apanhado para cima ou para trás: carrapito alto, rabo de cavalo liso, apanhado tipo banana, tudo o que descubra a orelha e o pescoço. Então o brinco vê-se completo e baloiça livremente. O cabelo solto esconde o candelabro e prende-se nos pendentes. Se leva o cabelo solto, apanhe-o pelo menos de um lado ou escolha um candelabro mais comprido, para que o andar inferior saia debaixo das madeixas.

Com que decote combinar o candelabro? Com o pescoço e os ombros descobertos: decote barco, tomara-que-caia, ombros de fora, decote fundo. Isso dá ao brinco um fundo limpo. A gola alta, a camisola de gola alta, a camisa abotoada até cima discutem com o candelabro, que esbarra no tecido e perde o ar. Com a parte de cima fechada, melhor uma cascata gráfica de linha ou abdicar do candelabro a favor de um botão.

Pode usar-se o candelabro com colar? Melhor não. O candelabro já é um acento ruidoso junto ao rosto, um colar grande ao lado tira-lhe atenção, e perdem as duas joias. Sob o candelabro o pescoço deixa-se livre ou com uma corrente fina e imperceptível. Se o colar for obrigatório, escolha um candelabro mais simples ou uma cascata tranquila, e faça o colar fino e silencioso.

Os brincos candelabro ficam bem à noiva? Sim, é a escolha nupcial clássica. O penteado de casamento apanhado descobre a orelha e dá ao candelabro o fundo ideal, e num plano aproximado o brinco acrescenta brilho ao rosto. Com um vestido rico escolhe-se um candelabro mais sóbrio, com um simples pode ser faustoso. O principal é escolher um modelo leve ou com apoio atrás da orelha, porque o dia do casamento é longo e um brinco pesado fatiga os lóbulos para a noite.

Como guardar os brincos candelabro para que não se enrolem? Cada par à parte das outras joias e pendurado ou estendido, para que os andares e os pendentes não se entrelacem. Serve um organizador com ganchos, células separadas ou saquinhos macios para cada brinco. Tire o candelabro antes de despir a roupa pela cabeça, para que os pendentes não se prendam em nada, e não dê puxões bruscos, os andares finos dobram-se com facilidade.

Brincos que apanham a luz

No catálogo da Zevira há candelabros faustosos de noite para a celebração e cascatas leves de todos os dias. Escolha o par consoante o seu formato de rosto, a ocasião e o penteado, e deixe a luz trabalhar junto ao rosto.

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Sobre a Zevira

A Zevira são joias em que a forma e o sentido importam mais do que a etiqueta. Trabalhamos brincos, pendentes, anéis e pulseiras de modo que por trás de cada peça haja uma história, um material com carácter e um ajuste pensado sobre o corpo, com raízes na tradição joalheira de Albacete. Os brincos candelabro e cascata do nosso catálogo estão reunidos com o mesmo princípio: desde o faustoso clássico de noite até ao fluxo leve de todos os dias, com um peso honesto, fechos fiáveis e materiais agradáveis de usar muito tempo.

Se não sabe por onde começar, veja as análises vizinhas: guia de tipos de brincos e formato de rosto, brincos de gota e brincos de argola. E quando lhe apetecer brilho junto ao rosto, o candelabro e a cascata já esperam.

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