Free shipping to the Eurozone and USA14-day returns, no questions askedSecure payment by cardDesign inspired by Spain
Jaspe vermelho: a pedra de sangue dos guerreiros

Jaspe vermelho: a pedra de sangue que os guerreiros usaram durante milénios

O que é esta pedra, de onde vem o vermelho e porque foi associada ao combate

O nome "pedra de sangue" puxa em duas direções. Em sentido estrito pode referir-se à calcedónia verde-escura salpicada de pintas vermelhas, mas na fala corrente da joalharia esse nome da cor do sangue acaba por viajar também até ao jaspe vermelho denso de que aqui falamos, e até à hematite (óxido de ferro) de tom vermelho profundo que partilha o seu aspeto. O que torna vermelho este jaspe é ferro comum. O mesmo ferro que se oxida nas fendas da rocha ao longo de milhões de anos e dá à pedra a cor do sangue seco. Daí o nome, e daí também a antiga ligação à guerra: o guerreiro usava uma pedra da cor do sangue porque coincidia com aquilo que via no campo de batalha. Não há misticismo nisso. Há geoquímica e uma coincidência de cor.

Vamos vê-lo a fundo: de que se compõe o jaspe vermelho, como se forma, onde se extrai, em que se distingue do rubi, da hematite e da ágata vermelha, como distinguir a pedra autêntica do vidro e como cuidar dela. Tocaremos também no simbolismo, mas sem promessas nem esconjuros.

Teste: descobre a tua pedra da coragem
1 / 5
Com que frequência sentes medo antes de uma decisão importante?

Usa o símbolo, não te limites a ler sobre ele. Disponíveis agora:

Envio grátisDevolução em 14 dias sem perguntasPagamento seguro
SOMNIUM 1SOMNIUM 2SOMNIUM 3
SOMNIUM31,00 €
OJO DEL DESTINO 1OJO DEL DESTINO 2OJO DEL DESTINO 3
OJO DEL DESTINO35,00 €

O que é o jaspe vermelho: composição, dureza, estrutura

Amostra natural de jaspe vermelho (pedra de sangue): pedra de vermelho intenso com superfície mate e inclusões esverdeadas
Assim é o jaspe vermelho em si: uma amostra natural cujo vermelho saturado provém de inclusões de óxido de ferro. Exemplar mineralógico. Wikimedia Commons, CC0.Jasper (GeoDIL number - 2520), Darla Sondrol, 22 March 2002. Wikimedia Commons, Open Access (CC0 1.0)

O jaspe vermelho pertence aos jaspes, e o jaspe é uma variedade de calcedónia, isto é, quartzo criptocristalino. A base da sua composição é o dióxido de silício (SiO2), enquanto os vestígios de óxidos e hidróxidos de ferro trazem toda a gama, do vermelho-tijolo ao castanho. No jaspe vermelho o agente corante é quase sempre a hematite (Fe2O3) e por vezes a goethite. São precisamente essas impurezas ferruginosas que tornam o jaspe opaco e denso.

Pela sua estrutura não é um monocristal como o rubi, mas sim um agregado de grãos minúsculos de quartzo soldados entre si. O quartzo cristaliza no sistema trigonal, mas no jaspe não se veem cristais soltos a olho nu: o seu tamanho mede-se em mícrones. Por isso a pedra apresenta uma superfície mate ou cerosa, e não o brilho vítreo das facetas. A luz mal penetra no seu interior, dispersa-se nos grãos e volta, daí a cor surda e compacta.

Propriedades físicas essenciais:

Os pontos escuros e castanho-avermelhados do jaspe vermelho são concentrações de óxidos de ferro depositadas em poros e microfendas. Quanto mais contrastado é o desenho e mais intenso o vermelho, mais se valoriza a pedra como adorno.

O jaspe vermelho usa-se sobre a pele nua, de colarinho aberto, não escondido debaixo de uma gravata. Com ouro fica de mau gosto, e não insistas.
Encontra a tua peça em jaspe vermelho
1 / 5
Como te vestes na maior parte do tempo?

Com que usar o jaspe vermelho

Em anos de rodagens e provas esta pedra vermelha passou por dezenas de looks nas minhas mãos. Conto-te o que de facto funciona e o que só parece.

Com que uso o jaspe vermelho no dia a dia? Para o dia a dia recomendo uma só peça e um fundo escuro e denso: uma camisola de malha grossa, uma camisa robusta com as mangas arregaçadas, cabedal ou ganga. A pedra vermelha sobre cinzento e preto lê-se de imediato, sem ruído. Escolho ou uma pulseira de contas de 8 a 10 milímetros, ou um selo, mas não os dois: dois acentos competem entre si.

Serve para o escritório? Sim, se o mantiveres sóbrio. Aconselho um selo com engaste fechado de prata no indicador ou no médio, sob uma camisa com o punho dobrado. A pedra assoma no aperto de mão e no gesto, e com isso basta. A prata de lei dá um tom frio e profissional; o engaste fechado soma peso e tira brilho a mais.

Como monto um look de noite? Para sair escolho uma camisa escura com o colarinho aberto e um pendente com cordão de cabedal sobre o peito. O comprimento levo-o de 60 a 70 centímetros, para que a pedra fique à altura do coração e não aperte a garganta. Para o pendente aconselho uma pedra maior, de 18 a 25 milímetros: uma pequena sobre o peito aberto perde-se.

Com que pedras o combino? Mantenho a gama escura: jaspe vermelho com ónix ou turmalina negra. Um só metal em todo o look, não misturo prata com ouro. Um acento vermelho de cada vez e o resto apagado: assim a pedra soa e não se afoga entre pendentes.

A quem assenta esta pedra? A quem gosta do peso da peça na mão e de uma cor sóbria, sem estridências. Cai bem sobre texturas escuras, cabedal e malha grossa, e luz igual numa mão jovem ou numa madura. O género não tem nada que ver com isto: é só uma questão de engaste e de tamanho. Olha a pedra à luz do dia, não sob a lâmpada amarela da montra, que estica qualquer vermelho.

Experimente as joias Zevira online
Experimente a joia em si, diretamente no seu navegador.
Experimente as joias Zevira online

Ligue a câmara, escolha uns brincos, um pendente ou um anel, e veja a peça em si em tempo real.

Muda de modelo com um toque.

Tudo funciona no seu navegador: nenhuma foto ou vídeo é enviado para lado nenhum.

Como se forma o jaspe vermelho na natureza

O jaspe nasce onde a sílica precipita a partir de soluções ricas em sílica. O mais habitual é que ocorra em camadas sedimentares e vulcanossedimentares: soluções hidrotermais quentes, ou simplesmente águas subterrâneas ricas em sílica, enchem os poros e vazios da rocha e depositam lentamente o quartzo. Se essas mesmas soluções levam ferro, este oxida-se e dá cor vermelha, castanha e amarela.

Parte dos jaspes está ligada a antigos sistemas vulcânicos e a fluxos de lava submarinos, onde a sílica se libertava do vidro vulcânico ao arrefecer e se redepositava. O processo decorre em escalas geológicas, milhões de anos, a temperaturas baixas em comparação com a cristalização profunda das pedras preciosas. O resultado é uma rocha densa e tenaz, que se pode cortar e polir sem receio de que se parta por planos.

Geografia: onde se extrai o jaspe vermelho

O jaspe está repartido por todo o mundo, e as suas variedades vermelhas extraem-se em muitas jazidas:

O jaspe vermelho extrai-se ainda em bastantes outros países; é uma pedra difundida, e é justamente por isso que sempre resultou mais acessível do que as raras gemas transparentes.

Opiniões de clientes

A Zevira é uma joalharia real. Pagamentos, envios e agradecimentos de clientes autênticos.

100% compra verificadaencomendas reais para Espanha, França e EUA
Capturas de pagamentos e agradecimentos
Encomenda enviada por correio, Espanha
A nossa peça num cacifo dos Correos
Pagamentos reais dos últimos dias
Um cliente a agradecer-nos no WhatsApp
Sempre disponíveis no WhatsApp e TelegramNão é para ti? Reembolso em 14 dias, sem perguntas
🥰🥰🥰 gracias
Colgante Navaja Jerezana Mini
Pedro L. · Jaén, España
Compra verificada
Ok, ¡gracias! 🙂
Pendiente Navaja
Raphaël C. · Toulouse, France
Compra verificada

Em que se distingue o jaspe vermelho do rubi, da hematite, da ágata e do granito

Muitas vezes metem-se no mesmo saco minerais muito diferentes pelo simples facto de serem vermelhos. Vejamos as diferenças que se notam a olho nu e que importam na hora de comprar.

Do rubi. O rubi é corindo, um monocristal de óxido de alumínio, transparente, de dureza 9 na escala Mohs, com brilho vítreo e jogo de luz nas facetas. O jaspe vermelho é opaco, mate, de dureza 6,5 a 7. São pedras de categorias de peso muito distintas, tanto no preço como nas propriedades. Os historiadores tomaram muitas vezes por rubi o espinela vermelha, outro cristal transparente, mas que nada tem que ver com o jaspe.

Da hematite. A hematite é óxido de ferro puro (Fe2O3), um mineral pesado de brilho metálico e com um risco vermelho-cereja característico sobre porcelana sem esmalte. O jaspe vermelho só contém hematite como impureza, ao passo que a sua base é silicosa. A hematite é bastante mais densa (perto de 5 g/cm3) e, ao ser polida, reflete como o metal, enquanto o jaspe vermelho dá um brilho ceroso suave. A hematite como pedra por direito próprio é outra questão.

Da ágata. A ágata também é calcedónia, mas costuma ser bandada e muitas vezes translúcida. O jaspe vermelho é denso, não translúcido, ou de um vermelho uniforme ou com manchas ferruginosas caóticas, sem bandas concêntricas.

Do granito. O granito é uma rocha ígnea de grão grosso, de feldspato, quartzo e mica, com os grãos visíveis a olho nu. A sua cor vermelha vem-lhe dos feldspatos, não de uma estrutura de jaspe. O granito vai para revestimentos e monumentos; o jaspe vermelho talha-se em incrustações e cabuchões. Mais sobre o granito na joalharia e nos interiores.

História: a pedra vermelha entre guerreiros e nas insígnias

O homem trabalha o jaspe vermelho desde a mais remota antiguidade; é uma das pedras ornamentais mais precoces. O que se segue é o que pertence à história bem documentada da pedra, sem datas nem nomes inventados.

O mundo antigo

O jaspe talhava-se em selos, amuletos e incrustações já na Mesopotâmia e no Antigo Egito. Com ele faziam-se selos cilíndricos e de anel que davam fé dos documentos: a impressão em barro ou cera era a assinatura pessoal do dono. A cor vermelha da pedra associava-se ao sangue e à força vital, por isso os amuletos de jaspe usavam-se muitas vezes como proteção.

No Egito o jaspe vermelho foi empregue em amuletos funerários. Um deles, o "nó de Ísis" (o tyet), talhava-se precisamente em pedra vermelha, e os textos prescreviam expressamente fazê-lo vermelho, cor que simbolizava o sangue da deusa e a proteção do defunto. É um caso raro em que a própria fonte antiga explica a escolha da cor.

Antiguidade e Idade Média

No mundo greco-romano o jaspe era muito apreciado pelos gravadores de gemas. Com ele talhavam intalhos e camafeus com imagens de deuses, heróis e cenas de guerra. A pedra era dura o suficiente para suportar uma talha fina e, ao mesmo tempo, acessível.

Relevo de mármore com a cabeça de Marte, deus romano da guerra, de capacete
A cabeça de Marte, deus romano da guerra, de capacete. O tema bélico foi um motivo frequente na talha antiga de pedra, também em jaspe vermelho. Relevo de mármore, obra romana, início do século III d.C. The Metropolitan Museum of Art, Open Access (CC0 1.0).Marble relief fragment with the head of Mars, early 3rd century CE. The Metropolitan Museum of Art, Open Access (CC0 1.0)

Na Idade Média o jaspe vermelho, como muitas gemas, era descrito nos lapidários, os tratados sobre as propriedades das pedras. Ficou-lhe a fama de pedra que "estanca o sangue" e dá firmeza; essas ideias mantiveram-se durante muito tempo na tradição escrita, embora não haja um fundamento médico real por detrás delas. O jaspe engastava-se em anéis de selo, também nos de quem tinha poder para assinar ordens.

A Idade Moderna

O auge do jaspe como pedra da grande arte decorativa chegou nos séculos XVIII e XIX. Por toda a Europa, de grandes monólitos de jaspe talhavam-se jarrões, taças e tampos para os interiores dos palácios; algumas peças alcançavam um tamanho e um peso enormes. Os jaspes vermelhos e variegados iam para mosaicos e revestimentos de lareira. Em paralelo, o jaspe vermelho continuava a talhar-se para selos e anéis de homem, uma pedra que aguentava a gravação e resultava severa.

Em meados do século XX o jaspe tinha ficado fixado em dois papéis: pedra ornamental e joalheira barata, e material para grandes trabalhos de talha. O simbolismo bélico da pedra vermelha era então já parte do folclore mais do que da prática diária.

Variedades de jaspe vermelho

Jaspe é um nome coletivo para uma multidão de cores e desenhos. Os que se contam como jaspe vermelho ou ficam perto dele:

Convém separar dois significados distintos. Em mineralogia existe uma hematite vermelho-sangue, e o nome de pedra de sangue aplica-se por vezes precisamente a ela, à variedade densa e vermelha do óxido de ferro. Quando se fala do jaspe vermelho de joalharia com manchas ferruginosas, o que se quer dizer é jaspe. Ao comprar, certifica-te sempre de que pedra tens à frente: o jaspe é mais leve e mate, a hematite é pesada e brilha como o metal.

Como distinguir um jaspe vermelho autêntico de um falso

O jaspe vermelho costuma imitar-se com vidro tingido, plástico ou triturado prensado. Verificações simples:

Se a pedra é cara ou se vende como variedade rara, convém pedir um relatório gemológico.

10% no teu primeiro pedido

Deixa o teu email e enviamos o código de desconto. Sem spam, cancelas com um clique.

O código chega por email, válido no teu primeiro pedido.

O jaspe vermelho leva tratamentos?

Aqui importa separar dois casos, que os vendedores confundem muitas vezes.

O primeiro: tinge-se o jaspe. Os jaspes porosos e pálidos são embebidos em corantes para subir a cor a um vermelho vivo e uniforme. O vermelho natural da hematite é quase sempre desigual, com zonas castanhas e escuras; o tingido fica suspeitosamente liso e muitas vezes entra pelas fendas em linhas finas e nítidas. Se esfregares uma pedra assim com um pano humedecido em acetona ou álcool, por vezes fica nele um rasto rosado. No jaspe natural por tingir não há rasto algum.

O segundo: estabiliza-se o jaspe com resina. As classes soltas ou fissuradas são impregnadas com uma resina polimérica incolor para que a pedra suporte o polimento e não se esfarele ao ser cortada. A estabilização não muda a cor, mas baixa a dureza da superfície e aguenta mal o ultrassom, o vapor e os solventes. Contra a luz, as bordas de um cabuchão assim são por vezes algo mais turvas do que as naturais.

Capítulo à parte, vendido muitas vezes sob o nome de jaspe, é o triturado prensado. Pó fino de pedra ou de hematite misturado com um aglutinante e moldado. Reconhece-se pela massa demasiado uniforme sem desenho natural e pelas bolhas arredondadas e idênticas lá dentro. Isso já não é uma pedra inteira, e não deve custar o que custa uma inteira. O jaspe vermelho natural e denso não precisa de tratamento nenhum: o seu valor está precisamente em que a cor foi dada pela hematite, não por um corante.

Jaspe Vermelho vs Outras Pedras Vermelhas: Comparação Completa
PedraDurezaOrigemEnergiaMelhor para
Jaspe vermelho (jaspe vermelho com hematite)6.5-7Calcedónia, microcristalinaCoragem, espírito guerreiro, enraizamento, MarteGuerreiros, atletas de combate, pessoas decididas
Rubi (corindo vermelho)9Cristalino, raroRei das pedras, luxo, investimentoJoias de cerimónia, casamentos, investimentos
Granada (aluminossilicato)7-7.5Cristalino, cúbicoPaixão, energia, vontade primária, fogoAmor, paixão, criatividade, emoções
Jaspe vermelho (calcedónia, homogéneo)6.5-7Microcristalino, bandadoEstabilidade, enraizamento, proteçãoMeditação, enraizamento, calma
Ágata vermelha (calcedónia, em camadas)6.5-7Microcristalino, em camadasÁgua, fluir, suavidade, curso do rioViajantes, desportos aquáticos, flexibilidade
Espinela vermelha (óxido de magnésio e alumínio)8Cristalino, raroCoragem, vontade, raridadeColecionadores, quem valoriza a raridade
Turmalina vermelha (xorlo vermelho)7-7.5Cristalino, prismáticoProteção + paixão, fogo + terraProteção + energia, xamanismo, artes marciais

Como escolher a pedra para um selo, uma pulseira ou um pendente

A cada peça convém uma pedra distinta, e a escolha deve partir da forma do objeto.

Selo. Pede o material mais denso e uniforme. Na grande face de um cabuchão vê-se o desenho inteiro, por isso aqui valoriza-se um vermelho profundo e parelho, sem claros pálidos. Escolhe a face segundo a mão: de 12 por 10 milímetros e maiores ficam com aprumo numa palma larga, as de 10 por 8 são mais discretas. A superfície de preferência lisa, sem lascas na aresta, porque é a aresta do selo que mais bate em mesas e maçanetas.

Pulseira. Aqui, pelo contrário, ganha o desenho. As contas de 8 a 10 milímetros permitem montar um fio em que cada pedra varia um pouco de tom e inclusões, e isso vive melhor do que as esferas perfeitamente iguais. Verifica que os furos estejam furados pelo centro, ou as contas ficarão tortas. Numa pulseira já feita, puxa o fio: uma montagem de qualidade sobre cabo de aço ou elástico resistente não tem folga.

Pendente. Aqui a pedra trabalha com a textura e com o contraste com a pele ou o tecido escuro. Serve tanto um cabuchão uniforme como uma lâmina expressiva com desenho natural. Para um pendente sobre o peito escolhe uma pedra maior, de 18 a 25 milímetros no lado maior: uma pedra pequena no peito aberto sob um colarinho desapertado perde-se.

Há uma regra geral: olha a pedra com luz de dia, não sob a lâmpada amarela da montra. A luz quente artificial puxa por qualquer vermelho e mascara as zonas castanhas e as fendas.

Talha e gravação: o jaspe vermelho como selo

O jaspe vermelho tem uma qualidade pela qual foi escolhido como selo durante milénios: uma dureza de 6,5 a 7 basta para suportar uma talha fina sem se esfarelar, e ao mesmo tempo o material não é tão duro que a talha se torne um suplício, como acontece com o corindo. A estrutura criptocristalina sem clivagem significa que o buril percorre a pedra de forma parelha, sem a saltar por planos. Por isso os mestres antigos talhavam em jaspe os intalhos para os anéis de selo.

A gravação moderna sobre um cabuchão de jaspe é possível, mas com reservas. A talha figurada profunda faz-se com ferramenta abrasiva ou ultrassónica; a gravação corrente a buril não funciona numa pedra assim, que esfarela a ponta. Um monograma ou uma marca pequena aplica-se antes com laser, que não depende da dureza. Se queres um selo precisamente para lacrar, lembra-te de que o intalho se talha em espelho, em negativo, para que a impressão na cera se leia bem.

Uma superfície gravada e mate não convém voltar a poli-la juntamente com toda a pedra: o desenho alisar-se-ia. Protege a talha do mesmo pó abrasivo que mata o polimento liso.

Mitos Sobre o Jaspe Vermelho: O Que Funciona e o Que Não
O jaspe vermelho dar-me-á superpoderes em combate
Toque para ver
O jaspe vermelho cura a anemia e as doenças do sangue
Toque para ver
O jaspe vermelho deve carregar-se sob a lua cheia
Toque para ver
Os guerreiros antigos usavam jaspe vermelho nas batalhas
Toque para ver
O jaspe vermelho choca com o ouro branco
Toque para ver
O jaspe vermelho só funciona nos homens
Toque para ver
Dois jaspes vermelhos juntos são mais fortes do que um
Toque para ver
O jaspe vermelho deve usar-se sem descanso
Toque para ver
Se o jaspe vermelho ficar frio, deixou de funcionar
Toque para ver
O jaspe vermelho habita a casa e protege a família
Toque para ver

Cuidado e resistência ao uso

Uma dureza de 6,5 a 7 faz do jaspe vermelho uma pedra cómoda para o uso diário: não teme os roçamentos casuais nem é riscada pelas coisas soltas do bolso. Mas isso não quer dizer que seja indestrutível.

Com o uso diário, o polimento pode renovar-se com um artesão de poucos em poucos anos.

Simbolismo, breve e com honestidade

Na tradição o jaspe vermelho associava-se ao sangue, à firmeza e à coragem do guerreiro; os velhos lapidários atribuíam-lhe o poder de estancar hemorragias e dar resolução. É parte da história da pedra e do seu contexto cultural, nada mais. O mineral não tem um efeito físico ou médico comprovado: o jaspe vermelho não cura doenças, não influencia a tensão e não muda o carácter. Usa-se pela sua cor, pelo seu aspeto denso e nobre, e pelo sentido que cada um deposite nele. Assim merece ser tratado: uma pedra bela e resistente com uma longa história.

Oferece 10% a um amigo

Envia a um amigo um código de desconto, ele poupa no primeiro pedido.

WELCOME10
💬✈️

Sobre a Zevira

A Zevira faz joias para quem as usa, não para a montra. Trabalhamos com pedras naturais, jaspe vermelho, granada, ónix, turmalina, e prata de lei 925. O jaspe vermelho entra nos nossos selos, pulseiras e pendentes: a pedra suporta uma talha severa em cabuchão, fica bem numa montura densa de prata e aguenta com calma o uso diário.

Escolhemos as pedras por cor e desenho e fazemos a montura com peso de sobra, para que a peça se sinta na mão. São joias que servem durante décadas e que não dá vergonha legar.

Abrir o catálogo Início

Para oferecer

É para oferecer? Cada peça chega pronta a entregar.

ZeviraCaixa da Zevira e um cartão incluídos em cada pedido.
Embalagem de oferta incluídaCertificado de autenticidadeDevolução em 14 dias sem perguntas
Não sabes qual escolher? Encontra o presente →

Mitos e realidade

Mito Realidade
O jaspe vermelho cura a anemia e estanca o sangue Não. É uma velha crença livresca pela rima entre a cor e o sangue. A anemia trata-se com ferro e vitaminas, não com uma pedra.
É preciso carregar o jaspe vermelho sob a luz da lua A lua não influencia o mineral. O cuidado é limpeza e arrumação cuidadosa, não rituais.
O jaspe vermelho é uma espécie de rubi Não. O rubi é corindo transparente de dureza 9. O jaspe vermelho é um jaspe vermelho opaco de dureza 6,5 a 7.
Só os guerreiros usavam jaspe vermelho O simbolismo bélico existiu, mas do jaspe talhavam-se selos, amuletos, incrustações e grande decoração para gente de toda a condição.
Quanto mais vivo e uniforme o vermelho, mais natural Antes pelo contrário. O jaspe natural tem a cor desigual, com inclusões; um vermelho perfeitamente parelho denuncia antes o vidro tingido.
O jaspe vermelho e a hematite são a mesma coisa Não. A hematite é um óxido de ferro pesado de brilho metálico. O jaspe é sílica com uma impureza de ferro, leve e mate.
🛍 Catálogo Zevira

Selos com jaspe vermelho, pulseiras e pendentes de jaspe vermelho natural.

Abrir o catálogo →

Perguntas frequentes

O jaspe vermelho é uma pedra ou um mineral? É uma rocha, um jaspe vermelho denso, uma variedade de calcedónia. A base é a sílica (SiO2); a cor vermelha vem-lhe de uma impureza de óxidos de ferro, sobretudo hematite.

Que dureza tem? 6,5 a 7 na escala Mohs, ao nível do quartzo. Para joalharia é algo fiável: não é riscado pelo aço e suporta o uso diário.

Em que se distingue o jaspe vermelho da hematite? A hematite é óxido de ferro puro, pesado, de brilho metálico e risco vermelho. O jaspe vermelho é um jaspe silicoso em que a hematite é apenas uma impureza; é mais leve e mate.

Onde se extrai o jaspe vermelho? Na Índia, no Brasil, nos Estados Unidos, na Austrália, na Península Ibérica e em bastantes outros países. A pedra está difundida e, por isso, historicamente foi acessível.

Uma mulher pode usar jaspe vermelho? Com certeza. É simplesmente uma pedra ornamental vermelha; o seu uso não depende do sexo. É só uma questão de estilo e montura.

Como se distingue a pedra autêntica do vidro? Pela dureza (uma agulha de aço não risca o jaspe, mas risca o vidro), pela cor natural desigual com inclusões e pelo brilho mate, não de espelho.

Como se cuida do jaspe vermelho? Água morna com sabão suave e uma escova. Guardá-lo à parte das pedras mais duras, protegê-lo de golpes na aresta e do sobreaquecimento forte. O ultrassom e o vapor não são aconselháveis.

O jaspe vermelho é caro? Não, o jaspe vermelho está entre as pedras ornamentais acessíveis. O preço da peça vem sobretudo do trabalho e do metal da montura, não do custo da pedra em si.

A cor desbota? A cor natural do jaspe é estável e não desbota ao sol. Uma imitação tingida pode desbotar, uma razão a mais para verificar a pedra.


O jaspe vermelho é um jaspe vermelho denso com uma longa história: foi talhado em selos nos reinos antigos, em incrustações e amuletos na Antiguidade, em decoração palaciana na Idade Moderna. O ferro comum dá-lhe o seu vermelho, a sua dureza permite usar a pedra a diário, e a sua disponibilidade fez dela sempre uma pedra não só da nobreza. Convém tomá-la pelo seu aspeto e pelo carácter do material, não por promessas, e então servirá durante décadas.

Voltar ao início

Foi útil?
Segue-nosPergunta pelo WhatsApp